sábado, 31 de outubro de 2009

Qual o maior símbolo da capital de Rondônia?


Porto Velho: uma cidade sem símbolo


Professor Nazareno*


Quase todas as cidades do mundo têm um símbolo que as identifica. Um acidente geográfico ou mesmo uma grande construção é comum aparecer nos guias turísticos como marca registrada do lugar. Apesar dos constantes tiroteios em suas favelas, o Rio de Janeiro tem o Pão de Açúcar ou mesmo a Estátua do Cristo Redentor. Nova Iorque tinha o World Trade Center e agora a Estátua da Liberdade é o seu símbolo maior. Paris tem a famosa Torre Eiffel. Roma tem o Coliseu e Salvador, na Bahia, tem o Elevador Lacerda e a paradisíaca Ilha de Itaparica. É raro não perceber e imediatamente associar a geografia ou a sagacidade do homem ao seu lugar de origem.

Porto Velho não tem símbolo nenhum. Dizem que As Três Caixas D’água também chamadas de “As Três Marias” simbolizam a nossa cidade. Se assim for, não existe tamanho mau gosto em outro lugar. Construídas juntamente com a Estrada de Ferro Madeira Mamoré é um monumento de aspecto lúgubre, vulgar e que sugere apenas a lembrança do capitalismo selvagem em nossas terras. Vistas de longe parecem querer imitar o órgão sexual masculino de três jumentos emparelhados. De aparência medonha, estaria assim mais para simbolizar qualquer cidadezinha lá dos cafundós do Nordeste do que para uma capital que se orgulha de ser “a cidade das hidrelétricas”.

Porém muitos rondonienses lhe dão importância. Recentemente, um hotel de padrão internacional quase teve a sua construção embargada por causa do monumento. “Encobriria a sua beleza e visão”, afirmou o Iphan como se alguém de bom senso quisesse ver aquilo. Sendo assim, bastaria mandar implodir o Palácio Presidente Vargas que se localiza bem a sua frente. Afinal, para que serve um Palácio que tem nome de um dos maiores ditadores da nossa História e que já foi apelidado de casinha da Barbie? Nenhum governador sentiria tanta falta assim. Poderíamos também mandar implodir a Reitoria da Unir já que esta universidade nunca serviu para nada mesmo. Se a Unir não existisse que falta faria aos porto-velhenses?

Infelizmente Porto Velho não tem símbolo nem História. Alguns saudosistas alegam que a nova administração municipal estaria destruindo todo o acervo histórico-cultural da capital. Um exagero, pois o lendário rio Madeira e a imponente floresta Amazônica que realmente nos simbolizam estão sendo destruídos de forma covarde e ambiciosa sem que ninguém dê um pio. Desde quando lugares onde se bebia pinga e se praticava a boemia podem ser considerados como de importância histórica? Esta cidade não pode mais viver do passado uma vez que já temos Parada do Orgulho Gay, Carnaval fora de época, ponte sobre o Madeira, viadutos, passarelas, mortes no trânsito, violência na periferia, pedintes na rua e até shopping center.

Qualquer destas construções poderia muito bem simbolizar a cidade. A ponte no Madeira, por exemplo, existe coisa mais absurda? Os rondonienses querem fazer ponte sem ter a estrada. Um monumento que servirá apenas para melhorar a vida de meia dúzia de capiaus e matutos que plantam mandioca no Projeto Joana Darc. Ou então servirá para tirar a “metrópole humaitaense” do isolamento. Serão muitos milhões de reais jogados fora. Coisa de gente da roça mesmo. Por isso uma estátua do Jeca Tatu, personagem de Monteiro Lobato, deveria ser erguida para simbolizar a capital já que a melhor definição para Porto Velho é: 400 mil matutos num canto só.


*Leciona em Porto Velho.


70 comentários:

Pedro Barbosa disse...

Parabéns professor, com esse seu pensamento \'micro\' você conseguiu provar pq tem \'400 mil matutos\' na capital.. começando por quem leciona!!! parabéns

Igor Trivério disse...

Caro Professor, mais um artigo ofensivo a população de Porto Velho, entendo que muitas situações devem ser melhoradas no município, mas para haver um crescimento, não deve haver somente crítica mas também sugestões a serem construídas. Peço que por gentileza, no seu próximo artigo, coloque sugestões. Por que senão suas palavras, serão somente mais palavras de pessoas que destroem e não constroem.

Keitty disse...

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Meu estimado professor...Você ao invés de escrever porcarias poderia se colocar no lugar de educador, o mais interessante é que ainda se contratam pessoas como essas, totalmente desnorteadas para educar nossos adolescentes...Tá aí e por isso que se tem tantos matutos professor...temos jumentos como parte de nosso quadro de educadores. Como um individuo que se diz no minimo sensato quer comparar uma cidade nova no contexto nacional com super potências imperialistas americanas...como pode dentro de sua "sensatez" desrespeitar nossos trabalhadores rurais...trabalhadores esses que colocam o arroz e o feijão na tua mesa, pois as agroindustrias são para exportação...é triste ver que uma parcela de nossa população que pode mudar esse quadro social está na mão de professores como vocÊ!!!

Erissin Ricardo disse...

Muito me espanta,uma pessoa que se diz "PROFESSOR". compartilhar de pensamentos minimos, e por que nao dizer tolos. e por existirem profissionais assim como senhor, e que temos uma educação precaria em nossa cidade, e até mesmo no País.

L. C. Marinho disse...

Discordo radicalmente do ponto de vista exposto. Não consta em manual algum qual teria que ser o padrão de uma cidade (característica geográfica ou tal ou qual monumento). Portanto, sim, as Três Marias são o símbolo de Porto Velho - independente de análise que você faça. Considero de extremo mau gosto a analogia feita entre as Três Marias e os pênis de três jumentos. Se é isso que você visualiza quando as vê, você tem sérios problemas de percepção (ou de sexualidade, sei lá). De qualquer modo, se você acha que o tal símbolo é apenas reflexo do capitalismo selvagem (concordo) e não merece ser simobolo de P.Vh. (discordo), teremos que excluir da história portovelhense, os barbadianos e descendentes. Ou seja, teremos que excluir pessoas antigas, (como o Bola 7) e pessoas recentes (como Bubu, Dadá, Adilson, Carlinhos Maracanã, etc). Nada a ver, meu. Marinho (ex morador de Porto Velho e ex-diretor da Oficina de Teatro do SESC)

Fábio Levino disse...

Esse foi de longe o pior artigo que já li aqui no Rondoniaovivo. Peço encarecidamente ao editor que selecione melhor os textos a serem publicados, e assim poupe a nós leitores do desprazer de ler algo tão pobre, sem propósito e preconceituoso. O autor se queixa da falta de um símbolo, e eu aqui morro de medo que esse "artigo" seja o símbolo de uma péssima educação, que no futuro produzirá mais desse tipo "análise".

Luiz Augusto de F. Guimarães disse...

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Luiz Augusto de Freitas Guimarães - 31/10/2009

Caro Nazareno Gostaria de saber qual o motivo de tanto rancor? Você é paraibano. A Paraíba não deu um emprego sequer pra você. Se deu foi emprego de fome. Você novamente destila seu veneno contra o estado e as pessoas que acolheram você quando aqui chegou como retirante. Já levei você no Rádio Caiari no programa VIVA FELIZ para comentar o desastroso artigo escrito no início do ano. Você tentou explicar o inexplicável e apresentou desculpas esfarradas. Com certeza, na Paraíba não haveria espaço pra suas baboseiras. Mas se não está satisfeito, se esta terra lhe causa tantas náuseas, volte pra PARAÍBA. Aliás, acho que vai voltar quando estiver aposentado recebendo por RONDÔNIA que você tanto maldiz. Em tempo. Já que você expressou publicamente sua ingratidão, fico à vontade para comentá-la no rádio. É importante que os rondonienses saibam que tipo de paraibano acolheu.

Damião Gomes disse...

matuto é sinônimo de cultura, pois mesmo quem nunca teve oportunidade de frequentar uma escola, carrega uma vasta experiência de vida,acompanhado de suor, trabalho digno e muita honestidade, certamente com um legado cultural invejável,disposto inclusive a transmitir louváveis conhecimentos em qualquer estabelecimento de ensino do país e do mundo. quem não sabe da história de patativa do assaré, que foi o único brasileiro a receber iminente título da universidade de sorbonne, vinculado a poesia poular.desta feita quero parabenizar este povo humilde, ordeiro e trabalhador de porto velho, por ter construido ás custas de muita luta, este invejável berço cultural que alça vôu em asas de inegável talento. ao mais só resta-me lamentar que o mito da caverna de platão ainda continua grudado na educação conteporânea, a começar pelos dados destorcidos ora apresentados.Jesus de Nazaré.

Anônimo disse...

"Se a Unir não existisse que falta faria aos porto-velhenses?"....devia pensar duas vezes antes de falar assim.

Raimundo dos Santos Pinto disse...

Ele foi muito rigoroso em seu comentário, mas em parte eu concordo, as tres cx. realmente são feias.

Jor7e8 disse...

Nos admira sua alcunha de "´professor", precisamos reconhecer o valor histórico das 3 "marias" e dos edifícios da Unir e palácio do desgoverno. se não gosta de nada aqui, cai fora abestado, ah!! e capiau e a m...

Fábio Júlio P. Silva disse...

O pior eh imaginar que ate pouco tempo precisavamos importar matutos de pior especie de terras distantes...

Lívio Chagas disse...

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Lívio Chagas - 01/11/2009

Citei alguns lugares que pertencem à área central de Porto Velho, devemos lembrar que nossa extensão é grande e habitada, outros símbolos são eleitos em locais diferentes ao centro da cidade, como a zona leste e zona sul. Como afirmei anteriormente, o que determina a importância de um local e a formação dele como símbolo que nos remeta a lembrança e por fim a história é o povo, que compartilha de forma coletiva tais espaços, gerando relações sociais. Centro poliesportivos, praças, balneários, igrejas e etc.

Lívio Chagas disse...

Como de costume, hoje dia 01 de novembro de 2009, resolvi sentar a frente do computador e ler os sites jornalísticos da nossa Capital. Um título me chamou a atenção: Porto Velho: uma cidade sem símbolo – Por José Nazareno – me colocou na postura de curioso, e é claro, abri o texto para leitura. Espantei-me do início ao fim. Fazia tempo que não lia algo tão sem lógica e com uma total falta de sensibilidade. O texto tem entranhado em si uma ausência profunda de conhecimento, pois o autor deveria procurar ler o que de fato determina a importância do patrimônio (lugares, monumentos, acidentes geográficos e/ou manifestações culturais com ou sem cunho religioso), haja vista que, os “símbolos” que o colega tão duramente esmigalha, cospe e varre para baixo de sua ignorância são eleitos pelo povo. Se inicialmente são símbolos do Capitalismo - não precisa chamar de selvagem, pois não conheço um Capitalismo manso, domesticado para atender as necessidades latentes de quem realmente precisa – Porto Velho não é a única a ser presenteada com tais construções. A participação e vivência da comunidade ao longo tempo é que determina a sua importância. Quantos namoros se iniciaram na Praça das Três Caixas d’água, quantas crianças aprenderam a andar de bicicleta naquele local, pipoqueiros, comerciantes e moradores que circundam aquele espaço possuem em suas memórias verdadeiras histórias. Chamar de órgão de jumento tal símbolo me faz pensar em seu progenitor, porque você de ver ser realmente filho de jumento. Falar tão mal assim dos monumentos históricos ou afirmar que Porto Velho não tem um símbolo, um acidente geográfico ou qualquer coisa que nos remeta a sua lembrança é no mínio uma pessoa desmerecida de habitar terra tão generosa. Temos sim, afirmo novamente, temos sim, símbolos em Porto Velho que nos enchem de orgulho. Possuímos patrimônios históricos materiais e imateriais. Quem é minhoca ou está há muito tempo em Porto Velho, que não se empolga e tem boas lembranças ao ouvir a música tema da Flor do Maracujá, as lembranças retornam com força quanto estamos apreciando o tempero das comidas típicas da praça de alimentação da Feira do Porto. Os ensaios dos bois bumbás, Galo da Madrugada, do esquenta para saída da Banda do Vai Quem Quer, faz o ritmo do coração acelerar e depois podem ser acalmados pela sombra da Castanheira no bairro Arigolândia ou quando observamos toras de madeiras passeando no leito do Rio Madeira. As Três Caixas d’águas, o Palácio Getúlio Vargas, o prédio da Unir Centro, que formou e tem em seu quadro, profissionais de alta capacidade, Mestre e Doutores compromissados com o desenvolvimento e um futuro melhor para nossa Capital. As praças de Porto Velho, o Ginásio Fidoca, o Pôr do Sol do Rio Madeira, o café da manhã nos mercados municipais, as calçadas arborizadas do Arigolândia e Caiari, são lugares que estão cheio de pessoas com gosto e cheiro de carne humana, cada um com suas verdades, com suas particularidades, que elegem individualmente e coletivamente os símbolos que lhe são importantes, lugares da sua infância, juventude e velhice. Deixar de observar essas características me faz pensar o quanto você deve ser amargo e infeliz. Como o colega acima colocou: realmente faltam mais investimentos do Estado, Prefeitura, Governo Federal, iniciativa privada e de nós mesmos. O cheiro do almoço de domingo na casa dos meus pais me faz pensar que realmente termino aqui. Poderia ser o cheiro da caldeirada de tambaqui no Remanso do Tucunaré, o peixe frito no Barracão do Raí, as feijoadas servidas no Mocambo ou Areal e paneladas e rabadas e tapiocas servidas nos mercados de nossa linda e imortalizada Porto Velho, que esta sempre em evidência, presente nas bocas de nossos poetas, que cantam e citam nas noites quentes em suas composições nome tão lindo: Porto Velho.

ers disse...

Professor volte para sua Paraiba, e receba seu vale do paraiba um marco do seu estado. veja exemplo: "O Vale do Paraíba é de suma importância, pois não podemos discriminar esses importantes cidadões, já que existem o vale-transporte, o vale-idoso, porque não existir também o Vale do Paraíba??!!! Além disso, sabemos que os paraíbas, de um modo geral trabalham em obras ou portarias de edifícios e ganham pouco. Então, o dinheiro que entra no meio do mês, que é o vale, é muito importante para ele equilibrar sua economia familiar."

Edilson Roberto disse...

professor passo um sabado maravilhoso com a vitoria do Flamengo, e logo cedo (domingo), abro o rondoniaovivo e me deparo com tamha baboseira falando mal de PORTO VELHO.Ô paraibano sem assunto.
Eu acho que esse professor (com letra minuscula, a menor que tiver mesmo), ta é querendo aparecer, falando mal de Porto Velho.

Professor quando o senhor nao tiver nada a comentar,fique calado, mais nao fale mal de porto velho

Robson Bezerra disse...

Como eu queria rir, li o artigo duas vezes!... nunca vi tanta bobagem por centímetro quadrado...
Pelo visto, o autor terá que inventar um símbolo que o satisfaça! rsrs

Gilmar dos Santos disse...

Luiz Augusto, espero que voce nao entenda que os comentarios apresentados no artigo do professor seja a expressão da visão dos paraibanos..Nós nos orgulhamos de sermos adotados por Porto Velho e, da nossa parte estamos procurando contribuir para o seu desenvolvimento, Não sei os motivos dos comentarios no artigo...mas sei que cada um enxerga as coisas de uma maneira, com sua visão e sua lente..

Ruth Cloé disse...

Estou farta de pessoas que vem de outros estados da federação e nada acrescentam, apenas colhem e resmungam da terra que os acolhem, sugam o sangue e depois vão embora, como vampiros... Mas toda essa história não me faz rir, e sim me faz sentir, que falta muito para crescer como cidadão brasileiro. Estamos todos aqui em Porto Velho/Rondônia, trabalhando, como pioneiros ou não para obter cada vez mais melhoria, qualidade de vida aos nossos filhos, netos, e migrantes. Queremos pessoas para acrescentar e não o contrário, por isso, talvez fosse interessante, pessoas que pensam desse modo, repensar sua vida nesta região e retornar ao seu estado de origem, de onde, talvez, nunca devessem ter saido.

aylon disse...

Não se esqueça sr: José Nazareno de que entre estes 400 mil matutos o sr, esta no meio. É aqui que vc tira o pão de cada dia, se não esta satisfeito, vazaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!

Fidel disse...

Volte pra sua Paraíba seu morto de fome.

Fidel disse...

Deve ser mais PASSA FOME que veio de fora e que cospem no prato em que comem.

Marival Furtado disse...

Será que esse figuraço é daqui, se for, melhor ficar calado e se não for, favor falar de sua terra e esqueça o nosso chão. Será que isso é professor? Deve ser contador de piada.

Robson Bezerra disse...

Voltei prá ler de novo, pois ainda tinha dúvida se não foi o chopp do dia anterior! rsrs... Agora falando sério, estou me sentindo um paraibano envergonhado com tamanha manifestação de desconhecimento do que são as raizes culturais de um povo ou comunidade, o que obviamente não se mede pelo tamanho de obras ou acidentes geográficos, pois até uma cuia de chimarrão ou um chapeu de couro identificam essas raízes, e merecem o respeito, principalmente de quem se intitula um educador... Já que o autor é um conterrâneo, quero lembrá-lo que o simbolo de Campina Grande, no seu estado, são três estátuas e um açude (açude velho)... João Pessoa, bonita e antiga cidade, é representada por uma lagoa no centro da cidade, ou do farol da ponta de seixas (nada grandiosos, mas representativos), é assim, caro professor, não é necessário um world trade center, pois se nos levarmos por devaneios, e se aqui tivéssemos um igual, não seriam tão importantes histórico e culturalmente que as três caixas dágua... Não seja tão cáustico ao comentar a terra que te acolheu e te deu trabalho e renda, adoro a terra que nasci, a Paraíba (para gozar minhas férias!), mas, parodiando o último moicano, "enterrem meu coração na curva do rio" (madeira, claro!)

Joeser alvarez disse...

Proponho Uma estátua do Jeca Nazareno, afinal, nada mais capiau que a fala do dito cujo...kkkkkkkkkkkkkk

Naiara disse...

Professor, me orgulha muito saber que ainda existem pessoas como o senhor, professores de verdade, aqueles que ensinam o aluno a ser crítico, e não apenas o ensinam a repetir uma série de frases feitas e acenar para tudo, como se estivesse a mil maravilhas. Concordo com o senhor, infelizmente Porto Velho não tem do que se orgulhar. Não quer dizer que vai ser sempre assim. Mas enquanto existirem pessoas que oprimem e ameaçam o direito que cada um temos de ser livre (e expor nossos pensamentos livremente) , aqueles que não aceitam o diferente, Porto Velho continuará assim.
Espero que o senhor não se intimide e que continue assim, escrevendo novos textos. A verdade dói, professor, mas não significa que devemos ignorá-la.
Parabéns.

Gilson disse...

Esse pseudo professor deve sofrer de algum distúrbio. Como pode um ser humano ser tão amargo? Conheço vários paraibanos e nunca vi nenhum deles falar mal da terra que os acolheu. Reveja seus conceitos e não seja tão áspero em suas palavras, você está semeando ventos e em um futuro bem próximo poderá colher tempestade. Ser chamado de capiau não me ofende, os capiaus acima de qualquer coisa são humanos, coisa que você não é. Muito me admira um educador ter essa visão tão deturpada da terra que o acolheu. Se eu tivesse um filho meu ou um neto como seu aluno, eu os transfereria de escola. Cuidado, seus alunos poderão boicotá-lo e você ficará em uma situação constrangedora perante seus colegas de profissão. Você está denegrindo a imagem dos bons educadores do nosso Estado. Se o que te falta é prazer sexual, senta-te despido de todas as tuas vestes em um dos três orgãos do jumento ao sol do meio dia. Tenha mais respeito por esta terra que acolhe à todos sem nada cobrar. A UNIR jamais formará um professor da sua espécie.

Enoque G. de Oliveira disse...
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Enoque G. de Oliveira disse...

Professor Nazareno é brilhante na produção do texto, mas um péssimo diplomata. Tem gosto em armar e municiar os nativos bairristas e as vezes xenófobos de cultura geral limitada, mas defensores de alguns valores e se são valores havemos de respeita-los.

Fabiano disse...

PÔ, TÁ DE BRINCADEIRA ESSE ARTIGO.EU FICO DESGOSTOSO COMO ALGUÉM QUE MINISTROU AULA DE GRAMÁTICA PARA MIM.ALGUÉM QUE ENCONTROU UM "PORTO" VELHO NO LEITO DA VIDA, E APORTOU, SE ESTABELECEU, SE DESENVOLVEU, E SE EMBOBECEU. PARECE O MATUTO NA CIDADE GRANDE, DE 400.000 HABITANTES, COM TODO RESPEITO AOS MATUTOS, OS DA ROÇA, ROCEIROS, BERADEIROS. BERADEIRO QUE SOU, NASCI NA MATERNIDADE DARCI VARGAS, NA BEIRA DO RIO MADEIRA, E O SOU COM MUITO ORGULHO. MOREI 10 ANOS FORA, E ME LEMBRAVA DA PRAÇAS DA CAIXAS D\'ÁGUA AOS DOMINGOS À NOITE, DESCÍAMOS AO MIRANTE 2, 1. AS VEZES IA AO YPIRANGA, FERROVIÁRIO, STARLIGHT (CIBEC) PARA CURTIR UM DANCE, BREAK, ENFIM. CURTIA UM POR-DO-SOM NO MIRANTE 3 TOMANDO UMA TACACÁ. OU NA ESTRADA DE FERRO (EFMM) NOS FLUTUANTES OU BARQUINHOS TOMANDO UMA CERVEJINHA. ERA MUITO GOSTOSO À NOITE, ATÉ BOM PARA NAMORAR. NÃO EXISTIA TANTA INSEGURANÇA. CINE LACERDA, OU O LACERDA CINERAMA, LEMBRAM ???? ERA DIVERTIDO PASSAR NO FLIPERAMA E ASSISTIR A UMA SESSÃO DO RAMBO II. NAMOREI MUITO NAS PRAÇAS DE PORTO VELHO, CAIXAS D\'ÁGUA, ESTRADA DE FERRO, PREFEITURA, CATEDRAL, ALUÍZIO FERREIRA, MIRANTES. EU ACHAVA OS BANCOS DA PRAÇA DAS CAIXAS D\'ÁGUA MAIS INTERESSANTES PARA DAR UNS AMASSOS."É MEU PONTO DE VISTA". AGORA A RESPEITO DAS BEM MAL TRAÇADAS PALAVRAS NÃO ADIMITO DE FORMA ALGUMA FALAR MAL DA MINHA PORTO VELHO. PODE FAZER UM MONUMENTO FARAÔNICO, UMA BASE DE LANÇAMENTOS DE FOGETES, O EDIFÍCIO MAIS ALTO DO BRASIL, UMA BASÍLICA, UM SEI LÁ O QUE. EU PREFIRO AS CAIXAS D\'ÁGUA, A EFMM, A ESTRADA DA EFMM, A IGREJA DE SANTO ANTÔNIO, OS MIRANTES, O PALÁCIO GETÚLIO VARGAS, A IGREJA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS (JÁ FORAM NA TORRE), NOSSA SENHORA DE FÁTIMA,SÃO FRANCISCO (BELA HISTÓRIA), CEMINÁRIO MAIOR, COLÉGIO DOM BOSCO, COLÉGIO MARIA AUXILIADORA, COLÉGIO LAURA VICUÑA, COLÉGIO CARMELA DUTRA, UNIR CENTRO (ANTIGO GRANDE HOTEL PORTO VELHO), PARQUE CIRCUITO, PARQUE ECOLÓGICO, 5º BEC, 17ª BRIGADA, A DELEGACIA DA CAPITANIA DOS PORTOS, BATALAHÃO LOGÍSTICO, BASE AÉREA, AEROPORTO DO BELMONTE, PARQUE DA CIDADE, SHOPPING, BANEÁRIO DO RIO PRETO, MERCADO DO CAI N\'ÁGUA, MERCADO DO KM 1, MERCADO MODELO, O EM CONSTRUÇÃO CPA, NOSSA QUANTOS EXEMPLOS. EU ESCOLHO AS TRÊS MARIAS. INCLUIRIA A BELA CURVA DO RIO MADEIRA EM UMA ENTARDECER, COM UMA MARIA FUMAÇA AO FUNDO ,E,PARA ELA ACENANDO AS MÃOS DOS MILHARES QUE VIERAM E AQUI FICARAM NO CEMITÉRIO DA CALENDÁRIA OU EM QUALQUER LUGAR. LEMBRO-ME QUE CADA DORMENTE REPRESENTAVA UMA VIDA, VIDA DE UM INDÚ, BARBADIANO, GREGO, INGLÊS, CHINÊS, NORTE-AMERICANO, BRASILEIRO,ETC. ESSES MUITOS QUE ACREDITARAM EM UM SONHO. SONHO O QUAL TENHO ORGULHO DE VIVER NELE. MUITO, MUITO, MUITO. HOJE VEJO UMA COLOCAÇÃO MAL FADADA, ANGÚTIADA, MÓRBIDA, DESMISTIFICADORA, E ZOMBADORA. SOMOS UMA ESTADO DE 28 ANOS. COM UMA HISTÓRIA DE APROXIMADAMENTE 100 ANOS. IMAGINO QUANDO TIVER 419 ANOS, O TEMPO DE FUNDAÇÃO DE JOAO PESSOA. EU ACREDITO QUE PORTO VELHO SERÁ UMA METRÓPOLE E TANTO. PONTES, VIADUTOS, ARRANHA-CÉUS, METRO, QUALIDADE DE VIDA, UMA IDENTIDADE ÚNICA E VERDADEIRA. DAQUI A 320 ANOS, IR-SE-Á LEMBRAR DOS MONUMENTOS ANTIGOS, NESTA ÉPOCA FUTURA, SERÃO BEM ANTIGOS, TRATADOS COM MUITO RESPEITO E NÃO CAÇOADOS. E NESTE FUTURO FALAR DESTA FORMA SERÁ CRIME DE LESA PATRIMÔNIO MUNICIPAL, PASSÍVEL DE UMA BOA PEIA.

Alcebíades Flávio disse...

Ô Nazareno eu não entendi a metáfora!!! Será que dá pra explicar em um outro artigo? Se isso não for uma metáfora pegue suas trouxas e volte para sua terra. Estou em Porto Velho deste quando este município tinha pouco mais de 30 mil habitantes e posso dizer que sempre as 3 Marias foram orgulhosamente exibida como nosso símbolo. Se você as compara a órgão sexual deve ter suas razões, mas vá lá, pondere!

Joice Xpds disse...

Viva a liberdade de expressão!

Porém é uma pena que ela esteja acompanhada de tamanho desrespeito. A cultura popular não lhe vale muita coisa, isso me preocupa.
Seu olhar cômico sobre os péssimos investimentos do ESTADO em Rondônia me faz concordar com seus comentários, mas a partir do momento em que o sr. oprime ainda mais os que já são oprimidos, os que não tem culpa... Aí eu discordo!
Completamente...

Quer criticar? EBA!
Mas vamos criticar quem realmente tem culpa...

Com o povo basta a educação, mas e os políticos?

Forasteiro do Sul disse...

Perfeito o texto!!!!! Diz tudo oq ninguem tem coragem de dizer. Só faltou alguem dizer que a BELA rodoviária tbm nao pode ser reformada ou trocar de lugar né!!!!!!!

Gilson disse...

Meu caro Enoque, se você considera cultura a sua e do José Nazareno, considero-me um xenófabo cultural, pois a cultura de ambos faz mal a qualquer sociedade.

Maria Vanilce Dias S. Pinheiro disse...

Fiquei impressionada com a prepotência e ignorância do dito professor, digo isso, porque entendo que se o mesmo é professor deveria pelo menos respeitar e valorizar os monumentos históricos da cidade em que ele vive. Acredito que o referido professor não é daqui, por isso escreveu essas banalidades. Espero que o mesmo estude um pouco mais antes de falar asneiras.Ah! matuto também é ser humano.

Zé Katraca disse...

Lenha na Fogueira – Nazareno e a capital sem símbolos – Por Zekatraca
Sem querer generalizar, até porque, a maioria dos paraibanos que trocaram suas cidades no estado da Paraíba, pela nossa Porto Velho, são pessoas que merecem toda nossa consideração.
Achamos que o paraibano José Nazareno, está com saudades dos seus dias de “amante” de Jumento pelos cafundós das caatingas nordestinas.
Ele com certeza representa muito bem o que diz a letra da música cantada pelo Luiz Gonzagão o Rei do Baião.
“Paraíba masculina, Mulher Macho sim senhor!”
Ele na letra, deve ser o verdadeiro ou a verdadeira “MULHER MACHO”.
A saudade dos “FALOS” dos Jumentos paraibanos é tanta, que ele ficou lambendo os beiços e dizem, ficou “toda” molhada.
Quando percebeu que as nossas Caixas D’água tem o formato ou se parecem com “O ÓRGÃO SEXUAL MASCULINO DE TRÊS JUMENTOS EMPARELHADOS’”.
O cara é tarado mesmo. Garganta profunda de uma figa.
Conheço muitas histórias de nordestinos que “comiam” jumentas ou burras.
Que faziam barrancos para colocar as jumenta na altura certa, para depois cravá-las.
No caso do paraibano José Nazareno torna-se necessário um estudo sobre, como ele conseguia se dar a três jumentos de uma vez!
Essas declarações do paraibano José Nazareno estão explicitas num artigo assinado por ele e publicado no site Rondônia ao Vivo com o título:
Porto Velho: uma cidade sem símbolo – Por José Nazareno
No dito artigo, o cara que veio de lá matar a fome aqui, não mede esforço em se tratando de falta de consideração para com a cidade e o povo que o acolheu de braços abertos.
A população de Porto Velho.
Não satisfeito em desfazer do símbolo da nossa cidade, as Três Caixas D’água.
Que assim como a Estátua da Liberdade é o símbolo da cidade de Nova Iorque, O Cristo Redentor do Rio de Janeiro e o Plano Piloto é de Brasília e mais,
Segundo o leitor paraibano também, Robson Bezerra comenta no site:
Aliás, lembra ao paraibano “babaca” que:
O símbolo de Campina Grande, no seu estado, são três estátuas e um açude (açude velho)...
João Pessoa, bonita e antiga cidade, é representada por uma LAGOA no centro da cidade, ou DO FAROL DA PONTA DE SEIXAS (nada grandiosos, mas representativos), é assim, caro professor, não é necessário um World Trade Center, pois se nos levarmos por devaneios, e se aqui tivéssemos igual, não seriam tão importantes histórico e culturalmente que as Três Caixas Dágua...
Palavras do Robson Bezerra, esse sim, paraibano cabra da peste.
E a peste conhecida como José Nazareno.
Essa tem que ser banida, escorraçada, defenestrada, enterrada ou deportada,
De Porto Velho.

Ze Katraca disse...

continuação

Os pais que tem filhos estudando com esse doido, devem imediatamente tira-los da escola que tem essa erva daninha como professor.
O cara que não sabe respeitar nossos monumentos históricos, não pode lecionar para ninguém.
Não pode sequer, ser pago pelo governo.
Chamamos a atenção do Conselho de Educação no sentido de tomar providências a respeito da atitude desse cidadão.
Seria redundância dizer a esse maníaco sexual.
Que, nós que amamos essa cidade, não o queremos mais aqui.
Vai procurar jumento em outra freguesia.
Vai estudar geografia, história, filosofia e humanidades.
Vai procurar mãe em outro terreiro.
Vai enganar alunos no sertão paraibano.
Vai comer calango, seu prato preferido antes de vir pra cá.
Nós porto velhenses, estamos cansados de abrigar pessoas que só vem aqui ganhar dinheiro, explorar nosso povo.
Pega teus panos de “bunda” e te manda daqui.
Chega de tanta ignorância para com a nossa história.
Amigos editores de sites, não abram mais espaço para esse crápula.
Ou serão vocês apoiadores das analises desse mal agradecido?
Senhora Secretária de Educação, chame esse seu professor para uma conversa.
Ele não pode continuar morando em Porto Velho.
Vai procurar Jumento em outro lugar Zé Nazareno!
Bem que poderia ter escrito um artigo, mostrando a esse “moleque”, o que é e pode ser considerado símbolo de uma cidade ou patrimônio histórico,
Mas, diante de tanta ignorância, resolvi responder dentro do mesmo patamar ou a altura.
Sou Porto Velhense de São Carlos do Madeira e exijo respeito!

Felipe Jeferson Aragão disse...

Caro ze catraca, que o comentario do Sr. Nazareno foi infeliz isso nao se discute, entretanto baixar o nivel e esculhambar como o Sr. fez foi de muito mal gosto, aprenda uma coisa, coemntar e repudiar e uma coisa totalmente diferente de sensacionalizar e escratizar, como o Sr. fez, lembre-se moramos em um país livre onde todos temos os direito de nos expressarmos, o nazareno se expressou aos olhos de muitos, infamemente, aos olhos de alguns ate corretamente, sou porto velhense e fiquei irritado com a co-relaçao do nosso maior simbolo feito pelo nazareno, entretanto nobre ze nao incite, que o mesmo seja demitido, excraxado, apedrejado ou ate expulso da cidade, foi apenas uma opiniao do mesmo, que nao obriga a ninguem compartilhar. Mais lembre-se que a sua atitude na sua coluna foi de muito mal gosto, retrograta e acima de tudo fazendo nos lembrar dos tempos de ditadura e censura. Pedir a cabeça de nazareno e muito tendo em vista o que outros fazem na sua na nossa cidade, e so lembrar de um paulista que veio a muitos anos e hoje podendo fazer muito pela cidade, ta acabando com ela aos poucos. Ze sei da sua capacidade e do seu amor por porto velho e sinto que o sentimentalismo e revolta foi mais forte que sua razão, mais lembre-se que jamais devemos incitar mal a ninguem no mundo, pedir que o mesmo seja demitido e expulso da cidade, é não olhar pra dentro de si mesmo, e perceber que muitos dos seus comentários também nao sao aceitos por todos em porto velho mais nem por isso que nao concorda com o Sr. zé catraca que ver o mesmo açoitado e expulso da cidade. Lembre-se apenas que o Sr. Nazareno tem familia, filhos e acima de tudo nao pode ser açoitado como vossa Senhoria na amplitude de sua enorme e vasta inteligencia pede. apenas foi uma triste e infeliz opiniao que deve ou nao ser aceita por nos.

Fabiano disse...

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FABIANO - 03/11/2009

VALEU ZÉKATRACA. NÓS DA BEIRA DO RIO MADEIRA TEMOS QUE TER ORGULHO E DEFENDER NOSSO PEDACINHO DE CHÃO, LEMBRA DO BAIRRO, LEGAL NÉ?!!! VI MUITA GENTE VIR PARA CÁ E SER ALGUÉM. LÁ NOS CANTÕES QUE SE ENCONTRAVA ERA O "QUEM". MUITOS DESTRATAM, MALTRATAM, RIDICULARIZAM, ZOMBAM NO LUGAR QUE OBTIVERAM OPORTUNIDADE E SE TORNARAM "ALGUÉM". É QUENTE? É, SE ACHAR RUIM QUE VÁ EMBORA. SE TEM OUTRO DESCONFORTO, PROCURE UM LUGAR QUE ENCONTRE O TAL CONFORTO. A MINHA PORTO VELHO, NOVA PORTO VELHO DO SÉCULO XXI ESTÁ AÍ. ACREDITO QUE TODOS QUE AQUI MORAM QUEIRAM MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA, SUBIR NO IDH. É IMPORTANTE E FUNDAMENTAL PARA TODOS. AGORA ESCREVER ASNEIRAS, SÓ COM AQUELE ALIEN LÁ DAS BANDAS DA PB, SERÁ QUE ELE NÃO FOI ESPULSO DE LÁ?? ASSÉDIO SEXUAL DE MUARES, ATENDADO VIOLENTO AO PUDOR DE JUMENTAS, SEI LÁ. A AQUELES QUE DEFENDERAM O "SENHOR" NAZARENO QUE SE JUNTE A ELE. SÃO UNS DESINFORMADOS. E SE NÃO ESTÃO SATISFEITOS, VÃO PARA A BAIXA DA ÉGUA (O BOM PORTOVELHENSE SABE QUE É). E BAIRRISMO XENÓFOBO É A P.Q.P.SEU F.D.P. NÓS SEMPRE RECEBEMOS A TODOS MUITO BEM. SOMOS DE FÁCIL AMIZADE, FRANCOS. EM OUTROS LUGARES NÃO SE FALA NEM COM O VIZINHO, É UM MUNDO DE INDIVIDUALIDADE. "CADA UM NO SEU QUADRADO". POR ENQUANTO ZÉKATRACA NELES.

Anônimo disse...
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Pinheiro disse...

Pinheiro - 04/11/2009

Por ser muito ocupado, não costumo ter tempo para fazer comentários sobre artigos publicados nos sites, porém, desta vez, não posso deixar de me manisfestar. Acredito que o "dito" professor Nazareno, no mínimo, deve ter sido tomado por um momento de insanidade, para poder manifestar de uma só vez tamanho desrespeito pelo povo, pela cultura e pela terra que lhe acolheu. Sinto-me profundamente ofendido com a forma com que esse cidadão, que´se diz educador, manifestou o seu descontentamento. Temos problemas sim, pois nossa cidade, assim como muitas do Norte e Nordeste, cresceu de forma desordenada. Temos que trabalhar para resolver esses problemas. Só lhe peço uma coisa "professor": Tenha mais cuidado quando falar o nosso povo e, por favor, respeite a nossa cultur

Marivaldo disse...

Ia me esquecendo. Será que esse professorzinho forasteiro não quer é divulgar seu blog. Pois eu também tenho um, porém não preciso de armação para divulgá-lo.

Matheus Mota disse...

Ainda não tinha lido o referido artigo, fiquei estarrecido com tanta ignorância, incompetência, e tantos "ins" por ai. Com certeza, esse elemento não tem caráter e nem personalidade, pois saiu de uma terra em que estava a duras penas, na podridão e subordinado a fome e miséria, vindo a esta terra que o acolheu e lhe deu o que comer; e deve também ter-lhe dado uma família, que neste momento está envergonhada por ter um produto tão mal acabado com este no seu lar. Peço a vc elemento sem escrúpulo e gratidão, que busque um psiquiatra, um psicologo, um médido, ou então que ache Deus na tua vida, e durma tranquilo, ponha a cabeça no travesseiro e consiga alcançar a paz. Acho que no dia do teu enterro, poucas pessoas irão aparecer, viva a vida de tal forma que até os teus inimigos chorem por ti no dia do teu velório, arrependa-se do que disse, vá pra imprensa, escreva alguma coisa, vá pra praça pública de preferência as três caixas d\'agua e chore o seu rancor e diga que estava infinitamente ERRADO.

José Saney Filho disse...

COMO PODE UM MORTO DE FOME DESTE VIM FALAR MAL DE PORTO VELHO , EU ME ORGULHO MUITO DESTA LINDA E ACOLHEDORA CIDADE, SE EU ESTIVESSE NO MARANHÃO EU NÃO COERIA 3 REFEIÇÕES POR DIA, VC É UM DEMÔNIO QUE VEIO PARA PORTO VELHO SEMEAR DESCÓRDIA, COMO FALAI ANTES NO MARANHÃO EU COMIA UMA REFEIÇÕA DE COCO BABAÇU E AQUI COMO MUITO BEM QUANTAS EU QUIZER , VAI EMBORA DAQUI FILHO DE LUCIFÉ , ESTE PEDAÇO DE PARAÍSO NÃO TE PERTENSE , PORTO VELHO É UM PARAÍSO E AQUI VC NÃO SE ENCAIXA, AQUI É TERRA DE GENTE BOA !!!!

Anônimo disse...

Zeca - 04/11/2009

O Zekatraca caiu como um patinho na lábia do nazareno! Era exatamente isso que ele queria!!! Não é de hoje que esse Camarada vive vomitando asneiras (creio eu que seja com o intuíto de aparecer!) na internet, pelos Orkut\'s da vida! Eu mesmo frequento uma Comunidade de Porto Velho (no Orkut!), e vez por outra, deparo com esses acintes do Nazareno! Lá, o povo acha super-engraçado essa paranóia dêle com a cidade de Porto Velho! Mas que fique bem claro: sendo asneiras ou não, a liberdade de expressão dele (e de todos!) tem que ser assegurada!

MARIVAL FURTADO VIEIRA - 04/11/2009

Apoiado Silvio. Rondoniense que se prese, age dessa maneira, até os forasteiros, aqueles que nada tem a ver com nossa terra, aqueles que servem apenas pra denegrirem Rondônia,que não é o caso da maioria, passem a nos respeitarem. E o bicho ainda tá se passando por vítima.

Octavio Junior - 04/11/2009

Nossa! Não acredito que li isso! Quanta grosseiria! Nem estou por dentro deste assunto, mas creio nenhum motivo é suficiente para tantas palavras impróprias, e até criminosas (preconceito, calúnia, etc). Este site perdeu o limite! Sem falar no autor.

VICENTE ANÍSIO DE SOUZA MAIA GONÇALVES - 04/11/2009

Ao expressar sua opinião, o Prof. Nazareno o fez de modo didático, sem baixar o nível. Infelizmente comparou as caixas dáguas aos órgãos sexuais de jumentos, o que fez o nobre jornalista katraca se revoltar. Não há necessidade de fazer colocações tão baixas, não imagino tenha sido esse o propósito do professor Nazareno, pois ele é conhecedor de nossa realidade. De fato nossa cidade está um lixo, o trânsito um caos, a segurança dispensa comentários, ah, a segurança não é obrigação da administração municipal, mas a manutenção de ruas transitáveis e iluminadas é. O dinheiro que nossa cidade está recebendo é suficiente para transformá-la, no entanto o que se vê é a transformação de alguns administradores nos quais o povo depositou toda a confiança e esperança. Vamos pensar sobre tudo o que está acontecendo em nossa cidade e fazer com que nossos administradores, nossos vereadores deixem de mudar nome de rua e trabalhem na fiscalização da aplicação dos recursos. ACORDEM PORTOVELHENSES!!!

Silva - 04/11/2009

ZEKATRACA VC ESTÁ DE PARABÉNS POR DEVENDER NOSSA CIDADE E NOSSA CULTURA, VC MERECE O MELHOR PRÊMIO. ESSE TAL nazareno TEM QUE DESAPARECER DE NOSSA CIDADE, O ROMDONIAAOVIVO NÃO DEVERIA MAIS PUBLICAR OS ARTIGOS DESSE INFELIZ. nazareno VAI CUIDAR DE SEUS CALANGOS LA NO SERTÃO.

L C - 04/11/2009

Texto de péssimo gosto. Ao dizer "Vai comer calango, seu prato preferido antes de vir pra cá", o autor foi extremamente preconceituoso. Não sei como o Rondônia ao Vivo aceitou publicá-lo.

damião gomes - 04/11/2009

o rondonia ao vivo está abrindo espaço para a discussão.ainda que deixar os restos mortais da literatura morrer ao vivo em rondônia ao vivo é deixar morrer o rondonia ao vivo nos braços de seus próprios literatas. artigos nunca serão artigos, enquanto estes,morrerem com arquivos mortos da nossa própria história.enquanto isso morre lentamente a cultura viva da poesia, que até pensei está viva aqui no rondonia ao vivo, quando li verdadeiras poesias que hoje retrata nossa própria realidade de vida. nem katraca nem nazareno, vou continuar lutando pelo rondonia ao vivo em nome do sangue de nossa gente.

Anônimo disse...

ERIVELTO CARLOS - 03/11/2009

Parabéns! ZeKatraca você respondeu a altura que este imundo merecia, quando vi o artigo (aquela merda) fiquei chocado! Vi o tanto que ele cospe no pra to que come. Eu não nasci aqui, nasci no Rio de Janeiro, mas como sempre dizem: bebeu água do madeira não volta mais, acho que foi isso que aconteceu... Moro aqui, tenho orgulho e me considero sim, portovelhense, sou noivo de uma portovelhense, e sua família é oriunda da baixa do rio madeira, São Carlos, Prosperidade e por aí vai... Não acredito que o site teve coragem de publicar o artigo do cidadão (nazareno), mas da mesma forma aceitou abertamente os comentários dos visitantes. Quero aqui deixar bem claro o meu repúdio e apoio sim a defesa de Porto Velho, esta cidade que vem surgindo em meio a uma cultura, a natureza, aos desafios dos caboclos, dos ribeirinhos, da nossa cultura, do povo que quer trabalhar, e se orgulha de onde mora. Parece conhecidência, mas este domingo (01/11) passeava pelas ruas do centro de Porto Velho, e vi a Três Maria, e fiquei tentando imaginar qualquer outra coisa, mas não conseguia, apenas me recordei das aulas de história, e claro da obra puljante que é... Termino parabenizando pela coluna e pela resposta, creio que se juntasse 1% do povo que ele disse que era um bando de jeca, daria uma peia boa nesse cidadão (eu estaria lá também), mas esperamos que ele já esteja de malas prontas pra voltar pro sertão comer calango, pois não acredito que ele vai ter coragem de comer nosso pacu com farinha... Parabéns!

Anônimo disse...

Anônimo disse...

É PROFESSOR... CONTRUIR PONTE SOBRE O MADEIRA,,, PARECE COM A LENDÁRIA MADEIRA MAMORE´.... DO NADA A LUGAR NENHUM..... que tal uma estatua do BOTO?
kkkkkkkkkkkkkkkk

Uma aluna disse...

Há duas maneiras de se destacar na multidão: positivamente ou negativamente. Creio, ou pelo menos quero crer, que o senhor tentou se destacar positivamente, mas sinto dizer que não alcançou seu intuito, caro professor.Revelando extrema dose de arrogância e preconceito, e utilizando-se da desculpa clichê de " gerar discussões", o senhor conseguiu a façanha de discriminar desde homossexuais até a população ribeirinha- a qual tem uma cultura bem mais vasta que alguns professores-, algo inédito em um só texto. Concordo com o senhor em gênero, número e grau sobre a questão das hidrelétricas, mas, sugerir a implosão de monumentos históricos e comparar caixas d'água com órgãos genitais de jumentos, demonstra uma personalidade, no nínimo, perturbadora.
É possivel, em minha humilde opinião, escrever bons textos e críticas construtivas sem denegrir a imagem de uma cidade tão rica como a nossa. Bom ... Pelo menos é o que eu acho, mas talvez eu seja matuta de mais para acompanhar seu raciocínio.

Valberson disse...

Realmente é de muito mão gosto a comparação usada pelo Professor, mas se as pessoas que comentaram e destruiram a imaguem do Nazareno não gostam de seus textos um tanto ácidos e venenosos estão fazendo o quê no blog de uso particular do Professor Nazareno?
Deixem de ser hipócritas e usema fúria contra o professor para mudar a verdade que ele infelizmente diz em seus textos... Sim, pq as três Marias são muito feias, além de não ter uma grande importancia historica para nossa cidade. O que vejo nesse texto é a revolta de um paraibano que mora em Porto velho ha 30anos e nunca viu niguem dar a menor importancia para a EFMM, que deveria ser o simbolo nãó só de Porto velho mas tbm do estado, é a Maria Fumaça que fez esse lugar entrar no Mapa , Porto Velho surgiu devido a construção da Madeira Mamoré e até mesmo as Caixas d'agua foram contruidas pelos funcionarios da Madeira Mamoré... Sinceramente em vez de criticar o Nazareno voces, bando de inúteis deveriam se ocupar em reinvindicar a valorização do verdareiro e unico simbolo do trabalho de quem morreu para tranformar o estado em um marco histórico.

Luanda Félix disse...

05/11/2009

Professor Nazareno,eu já fui sua aluna tanto no cursinho quanto no ensino regular,portanto jah devia tá até acostumada com a sua maneira de pensar e até de expressar suas opiniões,porem o q nao concordei foi como falo da nossa cidade.Há maneiras e maneiras de se expressar e geralmente as suas não são as melhores,nao sei se faz isso para chamar a atenção,porém se esse é o objetivo o senhor realmente consegue.Sei q realmente nossa cidade precisa de ajustes,mas tambem nao saio dizendo por ai q nosso simbolo parece com um penis de um jumento,e se parece fazer o que eh o nosso simbolo não dá pra mudar de simbolo de uma hora para outra,isso eh uma questão de história e não de aparência.E quanto ao assunto de chamarmos nós portovelhenses de matutos eu até agradeço,pois da ultima vez que suas publicações causaram uma polemica o senhor nos comparou com hienas,ou seja as comparações estão evoluindo de animais para pessoas.

yaylley disse...

05/11/2009

A não, não da pra acreditar que alguém tem coragem de escrever uma coisa dessas, por deus, perdoa, mas com certeza você tem que se mudar, vai pra outra cidade vai, deixa eu aqui com a minha.

Arthur Quintella disse...

05/11/2009

Acredito , sim, que o autor possa ser professor. É o "profissional" que recebe salários provindos das verbas pró-educação. Agora Pedagogo, nunca. Nunca foi, nem será. Porque professor pode ser qualquer assalariado, mas pedagogo é aquele que ama a profissão e não a utiliza para denigrir a categoria.Muito menos, uma população inteira. Porto Velho, é, sem dúvida - e já publiquei artigo a esse respeito - a melhor cidade do Brasil para se viver. Isso porque aqui se encontra (MUITA) gente de todos os estados - de todas as capitais e interiores - e, ao contrário, nos outros estados é raríssima a presença de rondonienses. Exatamente porque aqui temos a fartura que não nos leva a outras paragens em busca de pão e água para mitigar fome e sede. E, quanto ao símbolo de Porto Velho - AS TRÊS MARIAS - para compará-las a falos só mesmo uma mente poluida, pervertida, desprovida de sanidade como a desse energúmeno. Aqui tenho esposa, filhos e netos, além de todas as variantes permitidas para a familia. São todos matutos sim - de barriguinha cheia! com orgulho de não precisarem ir matar a fome ou sede em outras plagas. Acalme sua ira, nobre devorador de escatol humano, retornando às suas origens. Lá saberá, sem dúvida, o que é passar fome e sede - novamente.

Joeser alvarez disse...

05/11/2009

A brincadeira, se houve, torna-se anacrônica e patológica quando mistura alhos com bugalhos - mal de quem CRITItica sem construir, ou mostrar a que veio, além do texto. A verdade é que ninguém quer ouvir a verdade, inda mais misturada com chacota pelo simples prazer do vômito. Difícil é arregaçar as mangas, e fazer do coração as tripas, ir contra as correntes, corrupções e extrativismos que sempre marcaram a CURTURA e a INDUCAÇÃO nessas terras de Rondon. Vc mesmo chegou a essa conclusão com o seu artigo "A Inviabilidade Econômica da Arte em Porto Velho". A situação atual (a era das usinas) pede uma releitura e encenação em praça pública de Ibsen:"O inimigo público" - retrato falado e cuspido do momento...e dos próximos. Uma cidade não é apenas sua arquitetura - é seu povo, seu imaginário, seus símbolos.Um todo.Do que o nazareno tá falando? Quem o quê? Porque generalizar? É o que dá sair atirando em passarinho com escopeta.

Comentário retirado do site www.rondoniaovivo.com.br feito ao texto Cultura X Educação do articulista SÉRGIO RAMOS

Alunos do Colégio João Bento disse...

Alunos do JBC - 2º ano disse...

O grande problema de Porto Velho é querer manter os olhos fechado ao que acontece à cidade. Para os que foram contra ao que o professor falou dizemos o seguinte: Se todos nossos professores fossem críticos como o prof. Nazareno nós só teríamos a ganhar,pois com ele deixamos de ser alienados e percebemos o que acontece a nossa volta.Tirá-lo de sala de aula seria um crime,um prejuízo ao ensino de qualidade que hoje existe na escola pública a exemplo do JBC,pois ele é um dos coordenadores so Projeto Terceirão - única escola que funciona - graças a pessoas como ele nós conseguiremos entrar numa universidade,coisa que os nossos políticos não fazem em porto velho,pois não dão a mínima para a educação.Criticar,querer tirar a liberdade de quem realmente faz alguma coisa por nós - jovens - é querer tirar da juventude o direito de ser alguem no futuro.Desafiamos qualquer um dos que escreveram acima a vir para uma sala de aula e fazer o que ele faz com competência e dignidade numa escola pública que não tem nem funcionário de limpeza - obrigação dos governantes.Façam o que ele e seus colegas de profissão fazem nessa escola e serão tão reconhecidos quanto ele.

Ronaldo Nina disse...

Triste.
Se queria polêmica conseguiu.
Não sabia quem vc era, também não concordo com o Zé Katraca, você tem direito a liberdade de expressão. Infelizmente, porquê nunca vi tantas besteira junta em um texto.
Não sou portovelhense de nascença mas me sinto profundamente ofendido.
Comparações infelizes, ofensas a esmo,agressividade desnecessária e de uma amargura profunda. Sinceramente agora quero saber conhecer o seu rosto. Pra poder saber que ali está passando um tolo.

Anônimo disse...

Contraste de idéias

Há poucos dias, fazendo um tour virtual, buscando notícias boas me assustei com um comentário desgraçado, de certo professor que me despertou um enorme sentimento de asco, pois, suas palavras infelizes trouxeram e vem trazendo muitas críticas de pessoas natas de nossa Porto Velho querida.

Anônimo disse...

O dito professor fez uma alusão ao nosso simbolo munícipe, que carinhosamente conhecemos desde nossa infância como “As Três Marias”. Não desmerecendo suas “boas” intenções, mas, devemos sempre nos lembrar que tanto os presídios como o inferno já tem superlotações de infelizes “bem intencionados”. Os fins justicam os meios, esse dito, pode até servir para de vez ser julgado, e até em praça pública ser sacrificado como ele mesmo propõe ao advogado Zecatraca, que não mediu palavras para defender das maliciosas letras que o tal professorzinho montou ao falar mal de nosso povo e nossa terra que, o abriga a mais de trinta anos, como ele mesmo confessou.

Anônimo disse...

Talvês seja professor, mas com certeza não é respeitador, só porque um dia foi forasteiro em nossa terra que hoje o acolhe e até o emprega, dando o sustento de sua família e até conforto de abrigo. Seu nome “nego” escrever, e essa palavra devia lher ser uma bela lembrança de sua terra natal que, na bandeira de seu estado está estampada como símbolo de seus conterrâneos e de sua federação. E por falar em símbolos, não querendo ser mal educado como ele o foi, gostaria de dizer que sou portevelhense sim senhor, filho de alagoano e ainda por cima, estou a nove anos morando em João Pessoa, que deveria ser a sua capital querida, que em resposta ao seu escrito medonho, declara em letras claras que renega sua terra mãe, causando vergonha aos seus conterraneos e sua origem, deixando de lado o “cabra da peste” nordestino, pra ser um solitário na terra do nunca, fazendo valer que, nem lá e nem aqui ele tem amor local. Ao invés de pedir desculpas pelas letres nojentas que montou, ainda tenta se explicar agredindo um homem que, sempre que pode, ostenta sim, mas, o amor por sua terra, desde São Carlos até os confins de nossas fronteiras. Parabéns Zecatraca! Seu codinome deve ser sim respeitado, defenda sempre nosso lar, pois tivemos muitos de fora que aqui chegaram e montaram a nossa “capitar” e sentiram-se orgulhosos em serem pioneiros numa terra distante e difícil, como foram os nossos pais. Ao retrucar nossas defesas, senhor “professor”, por favor, refaça um exame de consciência e peça desculpa a todos, inclusive ao defensor, as sandálias da humildade bem caberiam nesse momento, a fim de que, readiquirisse seu prestígio pedagógico, pois nesses dias de comentário, ví não só a expressão pública do nosso defenssor, como também de várias outras pessoas que, estão indignadas com suas expressões nefastas e ouvi também de vários alunos seus, inclusive parentes meus, demonstrando certa dúvida se que o senso crítico que o senhor tanto ensina, não seria uma forma de demonstrar ou fazer apoteose a um facismo em você enrrustido. A comparação com “falos de jumentos” parece até gozação, porém, é melhor buscar uma ajuda psiquiátrica, pois Freud, já dizia que a pessoa que faz de objetos, instrumentos de prazer, pode e deve ser tratado como doente mental, e se o senhor vê tais “falos” em nossas “Três Marias”, fico imaginando o que diria se estudasse a história de sua capital de origem, que na sua bandeira primeira trazia alguns “pães de açucar”, que representavam a boa qualidade do açucar ali produzido, um pouco mais curto afianal que as nossas caixas d’águas. Como pode ver, sendo de Porto Velho e morando em João Pessoa, posso dizer com certeza, que vivo hoje numa terra boa, acolhedora e de belas paisagens, terra da fronteira mais oriental e nasci na terra da fronteira bem ocidental. Amo as duas de coração, tenho apreço tanto aos meus de origem como aos meus de escolha atual, não teria coragem nenhuma, mesmo com muita tristeza pelas suas colocações, de agredir a Paraíba em nada, nem aquele bom povo, e, ainda assim, com coração de portovelhense, peço, retrate-se professor, que, por minha pessoa, como disem na sua terra, você já está perdoado, pois, tenho certeza absoluta que, vais continuar em Porto Velho e desse dia em diante, medirá mais as palavras, a fim de não ofuscar suas boas idéias.

Paulo Quintela da Silva
06/11/2009

Francisco disse...

06/11/2009

Quanta besteira, parecem dois velhos gaga metdidos a inteligentes e sabe tudo, será que ninguem pode tecer criticas a pvh, minha cidade. Será que ela é perfeita, só se vista sob o prisma do conformado, do preguiçoso,daqueles que vivem a sombra da mafia politica institucionalizada em Rondonia. Façam o favor senhores inteligentes, um professor da UNIR (sic) e o outro jorna(leiro), eca. Porto Velho tem tanto problema para estas duas figurinhas ficarem discorrendo sobre falos cavalares, analizando, alizando........

Alexandra disse...

06/11/2009

Enquanto isso tá aí o Expedito, o Cassol, o Sobrinho... enfim, esses parasitas que ninguém se atreve a dissertar pra orientar a população a não votar errado (DE NOVO!) ano que vem. Interessante mesmo é a briga de egos entre uns colunistas, uns blogueiros... Falar mal da cidade não pode. Pelo visto alertar a população para OS REAIS problemas também não.

Arigó disse...

06/11/2009

"Professor" Nazareno, a minha resposta para o senhor é a seguinte: "O RIO QUE BANHA A MINHA ALDEIA É O RIO MAIS BONITO DO MUNDO". "Professor", Quam ama o feio, bonito lhe parece. Assim é o meu sentimento com a minha querida Porto Velho. A minha aldeia pode ser feia, violenta, sem símbolos, sem nada. Absolutamente, sem nada, mas é a minha aldeia. Entendeu professor, a minha aldeia. E para mim, tanto ela quanto o rio que a banha, serão sempre os mais bonitos do mundo. Afinal, ela é minha aldeia.

Anônimo disse...

Isso Mesmo Professor !!!
Vamos Nos Mudar Daqui !!!

Nazareno Damião da Silva disse...

07/11/2009

Porque esse Senhor destila tanto ódio contra o povo de Porto Velho e contra a própria cidade? Deve querer fazer estória tentando ridicularizar monumentos que compõem a história de Porto Velho. Tadinho...

carine disse...

se nao estar satiafeito com porto velho , o q ta fazendo aqui ?
como vc pode criticar uma cidade q te acolheu , q te deu um emprego, acho q foi por isso q te espulsaram do nordeste .Eles nao iriam quere alguem como vc dando aulas pur la.
é cada um q parece ate dois!

Sheila Marques disse...

Querido professor, poderia me informar qual é o simbolo da Paraíba???

Se a cidade não tem cultura é porque ainda é jovem e foi composta por imigrantes de outros estados, como eu e você.
A diferença é que eu nao subestimo a terra que me dá o sustento.

Como você mesmo diz em suas aulas:
"Xiii, está na hora de rever os seus conceitos..."
Ao mencionar a Parada do Orgulho Gay, você demonstra preconceito, o que espanta vindo de um educador que deveria ser o primeiro à instruir os seus alunos ao que é certo por lei, pois racismo é crime.

E quanto às mortes no trânsito, os viadutos e passarelas estão sendo construídos exatamente para a redução de tais mortes. Ajuda, mas é inevitável que aconteçam, pois em qualquer cidade que há uma alta concentração de automóveis e pessoas, há acidentes.

E SE A CIDADE É TÃO RUIM ASSIM, VOLTE PARA A SUA PARAÍBA, POIS AQUI VOCÊ NÃO É BEM VINDO.

Anônimo disse...

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Anália Cordeiro - 20/11/2009

É... Acolho! Mas deveria ter sido menos ácido, pois, as bobagens cobriram o teu protesto!
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járede maedrei dos santos moreira - 16/11/2009

como conseguiu status de pedagogo?"nazareno"apenas um cara que não tem nada pra fazer no final da sexta-feira e vai fazer isso,esperando o sabado chegar. tenho muita sorte dele não ser meu professor
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José dos Santos Lima - 16/11/2009

Pai, perdo ele não sebe o que diz.
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Eduardo Freire Ribeiro - 13/11/2009

Bom...se é isso que vc senhor "Nazareno", pensa a respeito de nossa cidade,cidade essa que lhe acolheu, lhe formou e que lhe dá o seu sustento.Já está mais do que na hora de rever seus conceitos sobre agradecimento.Você não tem o direito de falar algo assim...vc como professor é quem deveria educar os alunos a valorizar o lugar onde vive. E se nós somos \'matutos\'reunidos em um só lugar...lembre-se vc está no meio deles, bom que vc não pode se considerar um de nós, vc nem daqui é, e até mesmo quem não seja, mas mora aqui e vive daqui, não faria tal tipo de comentário, rebaixando-se a um nível de insignificância extremo, ao qual o senhor se encontra. E mais,pararei por aqui,o senhor não merece nada mais...mas não se preocupe, para mostrar-lhe que aqui não somos o que o senhor pensa, lhe Agradeço por tal comentário, pois isto mostra-nos apenas quem vc realmente é, e como bons cidadãos Porto Velhenses que somos (por sinal, mais de 500 mil hab.), não devemos lhe dar a mínima atenção, pois sabemos que tudo o que disse a respeito de Porto Velho não é Verdade e temos como provar tal fato ao mundo sem problemas...formamos juntos uma \'cidade\' rica em índole e cidadania, população de uma cultura invejável, que soube unir desenvolvimento e natureza à sociedade que muda a todo instante...é isso que somos! Obrigado por nos fazer provar tal fato...


samuel - 13/11/2009

Graças a Deus que a nossa história nao foi e nunca será escrita por pessoas tao pessimistas assim,bom o fato é simples e claro se essa triste pessoa nao gosta de Porto Velho nos pode presentiar com ausência.

Anônimo disse...

NAZARENO, O PICARETA
A picaretagem mostrou finalmente sua fase sebosa. A picaretagem tem nome: Nazareno. Sua máxima: posar de idiota para parecer inteligente e crítico. Seu perfil: medíocre. Sua lábia: o escárnio. Diz que busca um símbolo, o velhaco. Para tanto dá uma de pobre coitado travestido de professor e destila veneno e ódio à terra que lhe fartou a fome de arroz e feijão. Nazareno é a tolice querendo mostrar serviço no reino da baboseira.
O lazarento posta lado a lado cidades centenárias e milenárias e compara Londres e Paris a Porto Velho de hoje, agindo como um ridículo que indaga por que a cidade não tem um símbolo. Quando descobre que tem, o identifica o símbolo com três pintos de jumentos. O embuste diz que dá aula no Colégio Classe A. Deveria ser expulso de lá por desacato à honra da educação e agressão à inteligência dos seus alunos. Não é um professor, é um verme metido a caniço pensante.
Não argumenta nem analisa a realidade, xinga e agride gratuitamente a cidade que lhe deu guarida e lhe dá, imerecidamente, o status de professor. No Colégio Classe A, suas aulinhas são pífias, pebas mesmo, barreladas, maceteadas, viciadas; verdadeiro show de enganação, comentam à boca pequena seus alunos do Classe A. Nazareno se crê vestido, quando na verdade vive nu ao relento da sua própria miséria intelectual. Ele tem o anel de bacharel maior que o cérebro. Nazareno é uma farsa. É um semi-alfabetizado metido a letrado. Sua lógica é a dos canalhas e sua ética do é dos cretinos. Suas imagens refletem claramente o nível de sujeita que enlameia seu espírito de porco, sua alma de amigo da onça e seu coração vingativo e traiçoeiro. Nazareno está cuspindo no prato que comeu. É arrogante e ingrato na sua matéria. Merece levar uma peia, e bem dada!
O texto revela a alminha infeliz de um paraibinha que gostaria de ser mais e só consegue ser menos. Ao discursar irresponsavelmente contra a cidade de Porto Velho, despiu-se o patético menino pobre, faminto de dignidade, honradez e paz de espírito.

Anônimo disse...

continua...

Nazareno comeu o pão que o diabo amassou, experimentou, de certo, na sua trajetória de paraíba franzino, raquítico e pobre material e espiritualmente, toda sorte de violência, miserabilidade e vida infame. Posa de professor quando na verdade é mau aluno da vida. Posa de inteligente quando na verdade é pobre e míope sua pseudo-bagagem cultura. Não é sequer crítico. É esdrúxulo.
Nazeno tem raiva não da cidade que lhe encheu a barriga de comida, mas raiva principalmente de si mesmo; tem raiva Nazareno da sua paraibice, do seu passado de miserável, das dores que experimentou na infância e juventude comendo, de certo, rabo de calango magro. Nazareno tem raiva de seu passado matuto, quando andava sem cueca perdido nos cafundós do sertão paraibano. Nesse universo de menino andando sem cueca deve ter tido sua iniciação sexual. Daí sua tara em olhar para as Três Marias e ver pica de bode. Esse é o símbolo maior na trajetória existencial de Nazareno, um pervertido que transou com bodes e cabras e conheceu a dor da fome no oco do intestino e hoje goza, em Rondônia, seus melhores dias em sua vida. A psicologia de Nazareno é marcada pela sexualidade desajustada que ele experimentou com gente e animais, quando sua infância pobre e infeliz nos grotões nordestinos. Ao disparar seus dardos preconceituosos, ele mostra sua nudez sem nenhum pudor de um matuto que uma simbologia de dignidade para superar suas lembranças de aflição e decadência, como capiau cheirando a bode, cocô de galinha, fezes de gado, mijo e suor no mundo degradante da pobreza. Nazareno busca desesperadamente salvar sua própria alma. Não é um professor, é um leviano de pai, mãe e vizinhança. Nazareno há muito detesta Porto Velho e sua gente. Mas só agora tomou coragem para dizê-lo. Precisa, como já se disse, levar uma peia, pois não é gente, é um rebutalho qualquer de um paraibinha desprovido de vergonha na cara, desavergonhado de valores e enfurnado em viço de pica de bode, a mostrar sua sexualidade travestida de intenções pecaminosas. O que ele ver em nossas coisas é de fato aquilo que permeia seu universo mal resolvido. Pau nesse matuto, que ele está merecendo! Pau nesse corno!

Adriano Dal Molin disse...

Brinda-nos o autor com um texto de fina e cáustica ironia, cuja sagacidade previsivelmente incompreendida e resistência consequentemente patrioteira confirmam a previsão ao final do primeiro parágrafo: "é raro não perceber e imediatamente associar a geografia ou a SAGACIDADE do homem ao seu lugar de origem". Porto Velho não tem senso crítico nem amor-próprio. Enquanto as pessoas jogarem lixo em local público, Porto Velho será um lixo. Enquanto seu povo não mudar, esta será, infelizmente, uma verdade tautológica. Podem tacar pedra na Geni, podem chiar e espernear, podem chorar e expulsar os forasteiros aos berros... enquanto o civismo for da boca prá fora, as Três Caixas D´Água não serão símbolo cívico. A julgar pala reação cega e efeito manada que qualquer crítica à cidade desperta, já passou da hora de Porto Velho inaugurar seu novo símbolo em homenagem aos matutos primevos e toleirões que, dessas paragens de um poente, gritam com força: Rondônia merece respeito! Parabéns Professor José Nazareno!