EUA:
Rondônia seria poupada
Professor
Nazareno*
Donald
Trump, o megalomaníaco e fascista presidente dos Estados Unidos está com a
corda toda neste seu segundo mandato à frente da Casa Branca. Muito pior do que
Hitler, ele usou a sua Gestapo pessoal, a ICE, para perseguir e
matar imigrantes em seu país e de quebra, resolveu intervir em vários outros
países, um após o outro. Inicialmente continuou dando apoio incondicional a
Israel, o seu proposto no Oriente Médio, para aniquilar os palestinos na Faixa
de Gaza. Mais de 72 mil velhos, mulheres e crianças foram esmagados e
despedaçados pela máquina de guerra dos judeus e dos norte-americanos. Depois,
invadiu e bombardeou a Venezuela e prendeu seu presidente, Nicolás Maduro. Isso
depois de bombardear pequenos barcos de pesca que, segundo ele, estavam levando
drogas para os EUA. Quase 150 simples pescadores foram aniquilados.
A
seguir, incentivado e ajudado pelos israelenses, Trump resolveu atacar o Irã
mergulhando o Oriente Médio numa guerra sem precedentes. Só que seria, segundo
ele, uma guerra rápida. Mas já está fazendo quase um mês e pode ainda durar
muito mais tempo. E mesmo sem sequer ter atingido os seus objetivos declarados
na Pérsia, o maldito “Laranjão” já falou que vai invadir
Cuba e tomar o poder na ilha como já fez com a Venezuela. Certamente ele também
vai invadir e tomar a Groenlândia, como já prometeu antes. E certamente vai
sobrar também para o Brasil. Trump e a alta cúpula do governo estadunidense não
gostam de Lula nem da esquerda no Brasil. Além do mais, ele não gostou da
prisão de Jair Bolsonaro e dos golpistas do nosso 8 de janeiro. Por isso, é
quase certo que vamos sofrer uma invasão norte-americana com o apoio irrestrito
da “boiada”.
Porém,
mesmo fazendo parte do Brasil, o distante e atrasado Estado de Rondônia não
sofreria absolutamente nada com os ataques vindos da Terra do Tio Sam.
As terras de Rondon têm pouco mais de 1,5 milhão de habitantes e quase todos em
sua maioria são eleitores reacionários que militam, amam e votam na
extrema-direita e se dizem amigos do “Laranjão”. É crime,
mas em Rondônia muitos dos patriotas daqui ajudariam os invasores.
Por isso, os rondonienses podem e devem ficar bem tranquilos. Os Tomahawks não
nos atingiriam. Esses mísseis de última geração só matarão os esquerdistas, os petistas
e as pessoas progressistas. Trump ama os latinos, em especial os brasileiros de
direita e de extrema-direita. Ele não quer a Amazônia e nem as terras raras que
o Brasil tem. E não demorará para que todos os rondonienses recebam grátis o Green
Card dado pelos EUA.
Trump
jamais bombardeará Rondônia depois que souber que quase 80 por cento da
população deste rincão subdesenvolvido é da extrema-direita. Imaginem a alegria
do “Laranjão” ao saber que tem uma vereadora de Porto
Velho que propôs a eugenia social e a remoção de imigrantes pobres da capital
karipuna. Se brincar, Rondônia será declarada como o 51° Estado dos Estados
Unidos. Lá na América não existe atendimento público de saúde para o povão
pobre, assim como aqui também. A experiência do hospital “Built to
Suit” e do pedágio “Free Flow” vai encantar os
norte-americanos. “Nessa tal de Rondônia (Roubônia), nós vamos
ressuscitar o Percival Farquhar”, teria dito, sorrindo, o “Laranjão”.
Com Tomahawks explodindo em São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes cidades,
os EUA prenderiam o Lula, o Moraes e outros esquerdistas. Mas não atacariam um
lugar tão “abençoado” como esse. Será que eu escaparia
da fúria dos EUA?
*Foi Professor em Porto Velho.
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