sexta-feira, 24 de abril de 2026

A extrema-direita é perversa!

A extrema-direita é perversa!

 

Professor Nazareno*

 

            Existem muitas tendências, pensamentos e posicionamentos na política, a mais importante de todas as ciências, segundo Aristóteles. Algumas dessas teorias são boas, outras são neutras e outras más. A extrema-direita é talvez a pior de todas elas. Adolf Hitler, o monstro nazista, por exemplo, era signatário e fiel seguidor dessa tendência política. O “anticristo ariano” foi o responsável direto pela morte de mais de 60 milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial. E por infinitas outras maldades que ele fez enquanto viveu. Donald Trump, o atual presidente dos Estados Unidos, é outra desgraça que comunga com os mesmos propósitos do crápula nazista. Hitler era misógino, racista, homofóbico, ditador, genocida, xenófobo, cruel, sanguinário, déspota, infame e desumano. Donald Trump segue os mesmos passos e é adorado por uma multidão enorme.

            O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro no Brasil tentou, sem muito sucesso, seguir a política dos ditadores acima, por isso está preso. Por ser estúpido e despreparado politicamente, fracassou e hoje está cumprindo pena por tentativa de golpe de Estado. Não foi julgado ainda pelas mais de 700 mil mortes causadas pela incompetência e pela maldade durante a pandemia da Covid-19. As políticas adotadas pelos três “vassalos do Satanás” são muito parecidas. A extrema-direita, linha doutrinária deles, começa criando um inimigo fictício somente para justificar a barbárie contra o povo que governa. Hitler disse que os judeus eram os oponentes a serem derrotadas, vencidos, exterminados, mortos. Jair Bolsonaro elegeu os esquerdistas, de um modo geral e Trump, o “Laranjão”, afirma que os imigrantes são a escória a ser vencida. E muita gente acredita nessas lorotas.

            A extrema-direita é uma desgraça. Fez e ainda faz muitos estragos por onde passa, por onde governa. Ela só pensa nos ricos e nos poderosos. Ignora o pobre, escraviza o trabalhador, não respeita os direitos humanos, é machista, corrupta, desleal e quer que o pobre morra de tanto trabalhar. É também favorável à tortura e à censura. No campo político geralmente quer e ainda luta pela eliminação de seus opositores. Foi assim na Alemanha nazista, foi assim no Brasil de Bolsonaro e está sendo assim com Trump nos Estados Unidos. O pior é que esses canalhas, travestidos de fiéis democratas, conseguem até usar a própria democracia para conseguir os seus maléficos propósitos. O povão, sem muita leitura de mundo, alienado e totalmente alheio à política, cai feito um idiota na lábia desses insanos malditos. Aí quando acorda, é tarde para reagir à exploração, ao domínio.

            É o que acontece exatamente em Rondônia. Aqui mais de 70% dos pobres, humildes e explorados eleitores fazem o jogo da extrema-direita reacionária e vota, em quase todas eleições, nesses mesmos “lobos travestidos de cordeiros” e por isso, o sofrimento continua ad eternum. Rondônia tem o mais caro sistema de pedágio do Brasil, tem a energia elétrica mais cara, apesar das hidrelétricas, e as passagens aéreas também mais onerosas. Porto Velho não tem sequer um porto rampeado no rio Madeira, não tem hospital de pronto-socorro e é, de longe, a pior dentre as 27 capitais do Brasil em esgotos, saneamento básico e água tratada. Ainda assim, o “cego” eleitor continua votando feliz e esperançoso na extrema-direita. No Brasil, Rondônia e Roraima são os dois estados mais bolsonaristas superando até Santa Catarina e São Paulo. A extrema-direita tem sido muito boa para cooptar escravos a sua senzala. Deixemos: enquanto eles se acharem felizes...

 

 

 


*Foi Professor em Porto Velho.

sábado, 18 de abril de 2026

Rondônia: a triste exceção nacional

Rondônia: a triste exceção nacional

 

 

Professor Nazareno*

 

           

            Devido a sua grande e notória insignificância na já caótica realidade nacional, o Estado de Rondônia sempre foi considerado como um dos estados mais problemáticos e bagunçados da federação. Criado a partir de um dos maiores desastres ambientais da História da humanidade, ainda na década de 1980 do século passado, o jovem estado nunca deu notícias alvissareiras para o restante do país nesses pouco mais de 40 anos de existência. Desta vez é por causa do aumento dos combustíveis devido à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã e o consequente bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passam mais de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo. O preço do diesel, principalmente, subiu quase 30 por cento no mundo inteiro. Não foi diferente no Brasil. E para aliviar o bolso dos brasileiros, o governo federal propôs um pacto com todos os estados para, até o final de maio próximo, diminuir os impostos que incidem sobre a commodity.

            Rondônia simplesmente não aceitou. Ao lado até agora só do Rio de Janeiro, o pouco importante, pobre e miserável estado da região norte disse não ao governo federal e dessa forma os preços dos combustíveis não vão baixar nas “Terras de Rondon”. Rondônia é um estado bolsonarista em sua essência. Mais de 70 por cento dos indigentes e paupérrimos eleitores daqui são da extrema-direita reacionária. Quase não há esquerda na nossa política. Rondônia é uma vergonha nacional. Com uma população formada majoritariamente por “forâneos”, o sinistro estado sempre foi referência em ceder todas as suas riquezas para o restante do país. Permitiu, por exemplo, que se construíssem duas hidrelétricas em seu imponente rio Madeira somente para abastecer o sul do país com energia boa e barata. Mas aqui, paga-se uma das contas de energia mais caras e em retribuição tivemos os nossos recursos naturais estuprados sem dó nem piedade.

            O atual governador do estado, o coronel bolsonarista Marcos Rocha, que foi eleito e reeleito pelos rondonienses, é tão fraco politicamente que sequer vai se candidatar a qualquer cargo nas próximas eleições. Rocha não aceitou fazer tratativas com o governo federal para aliviar o bolso dos rondonienses e dizem que, mesmo em meio a toda essa terrível crise dos combustíveis, viajou para os Estados Unidos. Crise em Rondônia é uma rotina quase diária. Aqui até um senador da República já foi metralhado ne meio da rua e até hoje, mais de três décadas depois, nada se apurou. A BR-364, única ligação do estado com o restante do país, foi privatizada e cobra um dos pedágios mais caros de que se tem notícia. Detalhe incrível e surreal: a caótica estrada não foi sequer duplicada e não recebeu, até agora, nenhuma benfeitoria visível. O amor dos rondonienses por quem é de fora é tão grande que Rondônia só teve um governador daqui.

            A suja e imunda capital do estado é um esgoto podre a céu aberto. Uma pocilga imunda, esburacada, cheia de lixo e fedorenta que sempre envergonhou alguns poucos de seus moradores. É a pior dentre as 27 capitais do Brasil em saneamento básico, água tratada e qualidade de vida, segundo o Instituto Trata Brasil. Na cidade-lixo do Brasil, mal começou a guerra lá no Oriente Médio e o preço dos combustíveis subiu mais de dez por cento em alguns postos e ninguém disse absolutamente nada. Não é incrível? Mas andam falando que assim que terminarem os conflitos, os postos vão baixar os seus preços. “Me engana que eu gosto”. Até para sair daqui é um suplício interminável: os preços das passagens aéreas são os mais altos do Brasil. Para viajar de avião é muito mais prático e “mais em conta” ir para Rio Branco ou Cuiabá. E “na pisada que vai” as coisas não vão melhorar tão cedo: os candidatos às próximas eleições são as mesmas “cartas marcadas” de sempre: prometem “Built to Suit”, saneamento, isso e aquilo, e saem rindo de nós.

 

 

 

*Foi Professor em Porto Velho.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

O “Dia do Fogo” vai voltar?

O “Dia do Fogo” vai voltar?

 

Professor Nazareno*

 

            Tudo indica que sim! Vai depender muito de quem ganhar as próximas eleições para presidente da República. Não que político nenhum esteja tão preocupado assim em preservar e proteger o meio ambiente. Praticamente todos eles, seja de direita ou de esquerda querem mais é que a natureza se acabe. Muitos desses políticos estão se lixando para o sofrimento do povo com a fumaceira absurda do verão amazônico. Em 2019 quando Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, muitos fazendeiros do interior do Pará, principalmente, incentivados pela política ambiental devastadora do presidente recém-empossado e do seu ministro Ricardo Salles, criaram o “Dia do Fogo” que foi exatamente o dia 10 de agosto daquele ano. A extrema-direita, de um modo geral, é contra toda e qualquer política ambiental. “É preciso deixar passar toda a boiada”, afirmavam.

            O ano de 2024, durante o governo petista de Lula e de Marina Silva, a acreana ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Amazônia ardeu impiedosamente como nunca. Eu particularmente sofri muito com falta de ar e com a respiração ofegante durante todo aquele fatídico verão. Já no ano passado eu “fugi” para o sul do país, mas soube que aqui não houve queimadas e a fumaça foi menor do que em anos anteriores. Este ano provavelmente eu não vou esperar tocarem fogo na mata. A depredação da floresta amazônica e do meio ambiente em geral parece que está no DNA de muitos moradores dessa região. Rondônia mesmo é fruto de um dos maiores desastres ambientais da História da humanidade. Muitos dos forasteiros que vieram “colonizar” o então território não pouparam nem a cobertura vegetal e muito menos as populações originárias.

            Rondônia é filha direta de um dos maiores massacres ambientais de que se tem notícia. Fala-se que até o próprio criador do novo Estado ficava alegre quando via fumaça. “Estão produzindo”, dizia. Verdade ou não, ainda hoje percebe-se a luta de muita gente para reabrir a inútil e desnecessária BR-319. Com ela, a Amazônia encontrará o seu irremediável fim em menos de dez anos. O maldito garimpo de ouro no rio Madeira, por exemplo, é outro gargalho que os agressores da natureza reivindicam todo dia. A extrema-direita e os reacionários do agronegócio podem estar por trás dos incêndios na região durante a época da estiagem. Aliás, atribui-se à extrema-direita não só a repulsa pelo meio ambiente, mas uma infinidade de outras coisas ruins como o desrespeito aos direitos humanos, negacionismo, desapego pela ciência, racismo, misoginia, homofobia, guerras.

            Ainda estamos no inverno em nossa região. As precauções para se evitar a queima da floresta e a fumaceira têm que ser tomadas agora. O prefeito de Porto Velho, Leonardo Barreto, disse que foi ele que evitou a desgraça em 2025. Tomara que não só ele, mas todas as autoridades tanto federais como estaduais e municipais, estejam em alerta para evitar o pior este ano. Os muitos órgãos de defesa do meio ambiente têm que começar também desde já a preparação para coibir derrubadas, fogo e fumaça em Rondônia. Esse Estado, ao não respeitar a natureza, é acusado de ser responsável direto pelas enchentes catastróficas e também por outros desastres ambientais que assolam o restante do país. Se o louco do Donald Trump resolver, por exemplo, tomar a Amazônia, não seremos nós próprios que vamos dar o motivo. Garimpo ilegal, fogo na floresta, derrubadas, extinção de povos originários, desrespeito à natureza, não são ações civilizadas. Mas até quando?

 

 

 

*Foi Professor em Porto Velho.

sábado, 11 de abril de 2026

O melhor de todos os candidatos

O melhor de todos os candidatos

 

Professor Nazareno*

 

            Este ano de 2026 tem eleições gerais no Brasil. A corrida aos cargos ainda nem começou direito e muitos brasileiros praticamente já decidiram em quais candidatos votar em outubro próximo. A nível federal, a maioria dos eleitores, seguindo a sua consciência política de sempre, deve escolher o candidato que se mostrar mais cruel, mais desumano, mais insensato, mais corrupto, mais impiedoso, mais desalmado e mais picareta possível. Dificilmente se elegerá qualquer candidato que seja humano, racional, inteligente, amigo, probo, perspicaz, honesto e compromissado com a civilidade e com o espírito público. A Câmara Federal e os dois terços do Senado terão eleitos, muito provavelmente, as pessoas que apresentarem a mesma índole de sempre: descompromisso total com a dura realidade de desigualdade social do país e vistas grossas com a fome, a miséria e injustiças sociais.

            Em mais de 520 anos de História foi sempre assim, por que alimentar esperanças de que em 2026 as coisas, como num passe de mágica, vão mudar drasticamente? A maioria dos eleitores brasileiros parece que sofre da Síndrome de Estocolmo. Basta observar a postura do atual Congresso Nacional, que foi eleito por esse mesmo tipo de eleitor: o nosso Legislativo é ultradireitista ao extremo e defende, geralmente, aquelas pautas que só desgraçam ainda mais a vida dos pobres, dos miseráveis e desassistidos. No âmbito do Executivo a ladainha sempre foi a mesma só com pequenas alterações. Um candidato entreguista, pouco patriota, mentiroso, golpista, negacionista, vingativo e aliado à extrema-direita reacionária e à elite cruel do país deve disputar, num provável segundo turno, o cargo maior da nação com um candidato que diz representar a pobreza.

            Pode até representar a pobreza, mas não deixa jamais de usar as políticas públicas sociais para arregimentar cada vez mais votos e apoio desses mesmos pobres, deixando, dessa forma, todos eles dependentes quase para sempre do Estado. E o pior: diante dessa polarização criada por esses mesmos políticos, a chance de aparecer uma terceira via é quase impossível. Um candidato ideal seria aquele que mostrasse amor incondicional pelo país que ele vai governar. Um cidadão compromissado em distribuir de forma mais equitativa todos os imensos recursos do país com cada habitante que aqui vive. Alguém que tivesse a responsabilidade de atacar e acabar com tantos problemas sociais que temos. Alguém que respeitasse os direitos humanos, o meio ambiente, enfim, um candidato que tentasse acabar com tantas injustiças que vemos no dia a dia da sociedade. E é possível?

            Claro que é. Nada de entregar nossas riquezas para nações estrangeiras. Lutar sempre pela nossa soberania, lutar pelo progresso social do país atacando os principais gargalhos que nos aprisionam no mundo incivilizado, pobre e dependente apesar do nosso enorme patrimônio. Nada de governar oito anos consecutivos e não construir sequer um bom hospital de pronto-socorro para uma capital de Estado. Governar tanto tempo e não dotar a sua cidade, por exemplo, de água tratada e de boa rede de saneamento básico, de arborização, segurança, boas escolas e de mobilidade urbana é de uma irresponsabilidade e incompetência ímpares. Dinheiro para tudo isso existe aos montes. E pior: quase ninguém cobra isso de seus candidatos. E assim continua, ano após ano, votando sempre neles. E é obvio que estes candidatos existem, mas o próprio sistema os poda e o que há de pior na política sempre é eleito. O pobre é como lombriga: se sair da merda morre!

 

 

 

*Foi Professor em Porto Velho.


sábado, 4 de abril de 2026

Alunos de 2019 do JBC.

    Quando os alunos são bons, o professor fica perdido no meio deles. Esses garotos fizeram parte de minha vida profissional. E tantos outros também... O ano era 2019, último ano meu como professor. Muitas saudades...

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sejamos ateus e comunistas!

Sejamos ateus e comunistas!

 

Professor Nazareno*

 

            Muitos brasileiros estão, de um modo geral, jogando fora todas as oportunidades que têm de ser felizes e mais abonados. Insistem em viver uma vida que não tem e que nunca teve o menor sentido para muitos deles. A felicidade, tanto espiritual quanto social e financeira, está muitas vezes no ateísmo e também no comunismo. Segundo o censo de 2022 do IBGE, quase dez por cento da população brasileira se declara sem religião, um grupo que inclui ateus, agnósticos e pessoas desvinculadas de qualquer Igreja. Na política há um empate técnico. Metade da população do Brasil é da direita e da extrema-direita reacionária e a outra metade não é bem da esquerda ou comunista, mas hoje em dia, devido à polarização política no país, tende a votar em candidatos mais progressistas. Para ser felizes e ter uma vida melhor economicamente, todos deviam ser ateus e comunistas.

            Ser ateu só traz vantagens hoje em dia. Você vive uma vida cheia de liberdades sem se preocupar em ir para o céu ou para o inferno depois que morrer. Se você é cristão, por exemplo, não precisa doar os dez por cento de tudo o que você ganha somente para enriquecer ainda mais padres e pastores que se dizem “mensageiros” da palavra de Deus. Não tem nenhuma obrigação de ler a Bíblia, um livro que “há milhares de anos reuniu lendas, mentiras, besteiras, mitos e costumes de uma pequena tribo de nômades semisselvagens escritos em pergaminhos e foi entendido como a palavra de Deus sagrada, definitiva e irretocável”. Em vez desse “livro dito sagrado” você pode ler e se deliciar com Machado de Assis, Nietzsche, José Saramago, Fernando Pessoa, Richard Dawkins, dentre tantos outros. E de não ter a obrigação de ir toda semana a uma igreja?

            Um ateu no mundo muçulmano pode beber cerveja, vinho e cachaça à vontade, ainda que escondido. Já no meio cristão se você for um padre ou outra autoridade da Igreja não vai poder se casar e nem constituir família. Mas se for ateu, pode ter quantas mulheres você quiser e beber à vontade sem dramas de consciência. Os judeus ficam acreditando que são o povo escolhido de Deus e por isso vivem guerreando com os vizinhos muçulmanos em batalhas intermináveis. Desde a criação do Estado Judeu em 1948, Israel já participou de umas dez guerras lá na Terra Santa. Muito melhor seria não ser judeu e viver em paz com todos. No aspecto da economia, os brasileiros insistem em ser capitalistas. Perda de tempo. A maioria não tem conhecimentos nem leitura de mundo para ganhar dinheiro neste sistema injusto. Por isso, muitos vivem na miséria e famintos.

            A China, que se diz comunista, é a segunda maior potência econômica do mundo. Um gigante industrial cuja economia ultrapassará os Estados Unidos capitalistas daqui a cinco ou dez anos ou até menos. Com a economia centralizada sem miséria nem fome, os chineses estão conquistando o mundo com muita competência e eficiência. A “economia socialista de mercado” da China comunista combina um forte planejamento estatal de longo prazo através de planos quinquenais. Com quase um bilhão e meio de habitantes, alguém já ouviu falar de fome, injustiças, miséria, guerras, concentração de renda, fila do osso, Bolsa Família, drogas, ou mesmo desigualdade social entre os chineses? Se o Brasil fosse comunista muitos dos nossos cidadãos não seriam tão humilhados e viveriam muito mais felizes. Nossos governantes deviam incentivar todo brasileiro a ser ateu. Deviam também mudar a cor da nossa bandeira e filiar todos em partidos comunistas. Camaradas?

 

 

 

*Foi Professor em Porto Velho.