sábado, 4 de abril de 2026
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Sejamos ateus e comunistas!
Sejamos
ateus e comunistas!
Professor
Nazareno*
Muitos
brasileiros estão, de um modo geral, jogando fora todas as oportunidades que
têm de ser felizes e mais abonados. Insistem em
viver uma vida que não tem e que nunca teve o menor sentido para muitos deles. A
felicidade, tanto espiritual quanto social e financeira, está muitas vezes no ateísmo
e também no comunismo. Segundo o censo de 2022 do IBGE, quase dez por
cento da população brasileira se declara sem religião, um grupo que inclui
ateus, agnósticos e pessoas desvinculadas de qualquer Igreja. Na política há um
empate técnico. Metade da população do Brasil é da direita e da extrema-direita
reacionária e a outra metade não é bem da esquerda ou comunista, mas hoje em
dia, devido à polarização política no país, tende a votar em candidatos mais
progressistas. Para ser felizes e ter uma vida melhor economicamente, todos
deviam ser ateus e comunistas.
Ser
ateu só traz vantagens hoje em dia. Você vive uma vida cheia de liberdades sem
se preocupar em ir para o céu ou para o inferno depois que morrer. Se você é
cristão, por exemplo, não precisa doar os dez por cento de tudo o que você
ganha somente para enriquecer ainda mais padres e pastores que se dizem “mensageiros”
da palavra de Deus. Não tem nenhuma obrigação de ler a Bíblia, um livro que “há
milhares de anos reuniu lendas, mentiras, besteiras, mitos e costumes de uma
pequena tribo de nômades semisselvagens escritos em pergaminhos e foi entendido
como a palavra de Deus sagrada, definitiva e irretocável”. Em vez
desse “livro dito sagrado” você pode ler e se deliciar com Machado de Assis,
Nietzsche, José Saramago, Fernando Pessoa, Richard Dawkins, dentre tantos
outros. E de não ter a obrigação de ir toda semana a uma igreja?
Um
ateu no mundo muçulmano pode beber cerveja, vinho e cachaça à vontade, ainda
que escondido. Já no meio cristão se você for um padre ou outra autoridade da
Igreja não vai poder se casar e nem constituir família. Mas se for ateu, pode
ter quantas mulheres você quiser e beber à vontade sem dramas de consciência.
Os judeus ficam acreditando que são o povo escolhido de Deus e por isso vivem
guerreando com os vizinhos muçulmanos em batalhas intermináveis. Desde a
criação do Estado Judeu em 1948, Israel já participou de umas dez guerras lá na Terra Santa. Muito melhor seria não ser judeu e viver em paz com
todos. No aspecto da economia, os brasileiros insistem em ser capitalistas. Perda
de tempo. A maioria não tem conhecimentos nem leitura de mundo para ganhar
dinheiro neste sistema injusto. Por isso, muitos vivem na miséria e famintos.
A
China, que se diz comunista, é a segunda maior potência econômica do mundo. Um
gigante industrial cuja economia ultrapassará os Estados Unidos capitalistas
daqui a cinco ou dez anos ou até menos. Com a economia centralizada sem miséria
nem fome, os chineses estão conquistando o mundo com muita competência e
eficiência. A “economia socialista de mercado” da China
comunista combina um forte planejamento estatal de longo prazo através de
planos quinquenais. Com quase um bilhão e meio de habitantes, alguém já ouviu
falar de fome, injustiças, miséria, guerras, concentração de renda, fila do
osso, Bolsa Família, drogas, ou mesmo desigualdade social entre os chineses? Se
o Brasil fosse comunista muitos dos nossos cidadãos não seriam tão humilhados e
viveriam muito mais felizes. Nossos governantes deviam incentivar todo
brasileiro a ser ateu. Deviam também mudar a cor da nossa bandeira e filiar
todos em partidos comunistas. Camaradas?
*Foi Professor em Porto
Velho.
segunda-feira, 30 de março de 2026
Março de 1964: 62 anos de caos
Março
de 1964: 62 anos de caos
Professor
Nazareno*
Há exatos 62 anos,
setores militares brasileiros pressionados pela elite civil do país, por meio
de um golpe militar, quebravam as regras institucionais vigentes e solapavam a
nossa frágil democracia. A elite nacional, que estava receosa com o avanço do
comunismo e inspirada pelos ideais norte-americanos, incentivou e patrocinou a
aventura armada que mergulharia o Brasil em 21 anos de escuridão política.
Enquanto durou, a tosca aventura fardada se chamou pomposamente de Revolução e
somente depois de 1985 com o seu fim, convencionou-se chamá-la simplesmente de
golpe militar. Apoiados por grande parte da alienada população brasileira, os
golpistas deram a desculpa de estarem protegendo nossa democracia de
irresponsáveis grupos armados inspirados pelo comunismo da antiga União
Soviética e da China. Vivíamos a Guerra Fria e o medo.
No entanto, a única vítima daquela
malfadada aventura foi somente a democracia. Muitos militantes de esquerda
foram enfrentados sob a acusação de tentar implantar por aqui um regime pró
soviético e antidemocrático, enquanto as classes dominantes se encarregaram de
dar um fim definitivo às aspirações comunistas. Quem vencesse a contenda “presentearia”
o país com um regime de exceção. Por isso, os ganhadores, no caso a elite de
direita e os militares golpistas, empurraram-nos de goela abaixo mais de duas
décadas de trevas, cerceamento das liberdades individuais, ataques sistemáticos
à democracia, perseguições políticas, medo, tortura de oposicionistas, além de
outras excrescências típicas das ditaduras de repúblicas bananeiras do Terceiro
Mundo. Nos “campos de batalha”, DOI-CODI, exílio
e tortura viraram a aceitação do contraditório.
Porém, muitos dos perseguidos e
torturados daquela época, que conseguiram escapar, hoje viraram autoridades e
em alguns dos casos até ministros, governadores, senadores, deputados,
prefeitos e mesmo presidente da República. Embora ungidos pelo voto democrático,
vários dos atuais mandatários chegaram ao poder denunciando a corrupção e os
desmandos, mas reinventaram e ainda praticam essa mesma corrupção. Direita e
esquerda se uniram para roubar o povo pagador de impostos. Depois deram as mãos
e juntas elas inventaram também a polarização política atual para
redimir pela metade tanto um grupo quanto o outro. Desde 1964 que o Brasil
continua sendo um país rico, mas com multidões de pobres e miseráveis. Fila do
osso, bolsa-família, auxílio gás, fome, fascismo, golpismo e miséria não podem combinar
com a décima nação mais rica.
Dos últimos presidentes, a partir da
Nova República de 1985, pelo menos quatro deles já estiveram na cadeia e
atualmente dois ainda estão em prisão domiciliar. Roubo, desvio de dinheiro,
corrupção, enriquecimento ilícito e tentativa de golpe de Estado são as
acusações mais frequentes. A esquerda começou a governar o país neste período,
mas não mudou muita coisa: os ricos continuaram mais ricos e os pobres sempre
mais pobres. Tentou-se até repetir o dia 31 de março de 1964 no
dia 8 de janeiro de 2023, mas a fracassada empreitada terminou
com quase todo mundo na cadeia. O velho Brasil continuou sendo grotesco quando
visto de fora e daqui de dentro também. O entreguismo vil e humilhante é
confundido com patriotismo. “Deus, Pátria e Família” virou bordão
entre quase todos: ricos, miseráveis e famintos. Militares são chamados de
heróis e devem voltar a nos governar. Ditadura virou regime militar. E a pátria
que se dane. PT saudações!
*Foi Professor em Porto
Velho.
quarta-feira, 25 de março de 2026
Rondônia, protegida pelo Diabo
Rondônia,
protegida pelo Diabo
Professor
Nazareno*
Se
Deus existe, certamente Ele nunca quis saber de Rondônia e nem de sua gente.
Rincão atrasado, distante e subdesenvolvido, o insólito Estado foi resultado
direto de uma das maiores devastações da natureza de que se tem notícia: a
derrubada da floresta amazônica e a matança de povos originários foi o pontapé
inicial para se instalar “a mais nova estrela no azul da União”,
isso ainda nas décadas finais do século passado. E de lá para cá as agressões
sistemáticas ao meio ambiente continuaram a todo vapor. Entra ano e sai ano e
as agruras e lástimas continuam a infernizar a vida dos poucos habitantes que
ainda insistem em permanecer por aqui. Chuvas torrenciais com muita lama no
inverno e queimadas apocalípticas com muita fumaça tóxica nos meses de verão é
uma dolorosa rotina que acompanha o morador daqui. É como se o Belzebu
fosse o padroeiro do lugar.
Como se todo este
infortúnio fosse pouco, ainda tem a classe política local. Por causa dela, o
jovem Estado de Rondônia sempre viveu dias tenebrosos. Longe, isolada,
atrasada, inculta, subdesenvolvida e muito pobre, essa distante e amaldiçoada
província nunca, jamais na vida, deu notícias alvissareiras para o restante do
Brasil. As novidades daqui, principalmente na área da política, são as mais sombrias
possíveis. Mas apesar de todas essas desgraças visíveis, o insólito rincão ficaria,
numa hipotética divisão territorial do Brasil, do lado mais conservador. Quando
o deputado federal Paulo Bilynskyj propôs criminosamente dividir o Brasil em “Brasil
do Norte” e “Brasil do Sul”, o mapa que ele
mostrou tinha Rondônia como pertencendo ao Norte, mais subdesenvolvido e de
maioria esquerdista. Um engano, pois Rondônia tem a extrema-direita reacionária
em seu sangue.
Não há políticos
bons, trabalhadores e inteligentes em Rondônia. Nunca houve. Um sequer que
apareça e se destaque nacionalmente é conjunto vazio. E o pior: todos os anos
de eleições muitos deles são eleitos e reeleitos pelo povão ignaro. Nem direita
nem esquerda existem nestas plagas. A polarização daqui é para escolher quem é
o pior dentre os candidatos a ser eleito. E mais de 70 por cento deles é da
extrema-direita bolsonarista. Esquerda, se existe, está incubada, escondida,
disfarçada, dissimulada, camuflada atrás dos seus gordos contracheques e também
lá nas redes sociais. Apesar de ter os maiores percentuais de seguidores da
fé cristã evangélica, Rondônia só pode ser obra de Lúcifer. Deus, o Todo
Poderoso, não perderia tempo com um lugar assim. Até a única atração turística
da capital é uma ferrovia velha e abandonada e que já tem um dono: é o Tinhoso.
A Ferrovia
do Diabo foi vendida para forâneos. O porto rampeado do rio Madeira já foi
retirado, levado para Manaus. Lá só restam o lixo, a catinga, o barranco
escorregadio e fedorento, a sujeira, o lodo, os ratos e os urubus. A capital do
Estado é uma espécie de Reino das Trevas protegido pelo Capiroto.
Porto Velho é a pior dentre as 27 capitais do Brasil em qualidade de vida,
saneamento básico e água tratada. Ninguém quer saber de Rondônia. Para vir ao
Estado pagam-se pedágios caríssimos se vier de carro. É o Free Flow.
E de avião é quase impossível: passagem do Sul Maravilha para cá é até mais cara
do que ir à Europa. E não tem disponibilidades. Hospital de Pronto-Socorro, a
capital não tem. O “Built to Suit” dos políticos terminou
em “beiju de caco”. Até o atual governador, que ficou oito anos
no poder, prevê uma derrota nas urnas e quer desistir de se candidatar. Não se
pode dizer que Rondônia é do senhor Jesus ou de Deus. Deve ser do
Cramunhão!
*Foi Professor em Porto
Velho.
domingo, 22 de março de 2026
EUA: Rondônia seria poupada
EUA:
Rondônia seria poupada
Professor
Nazareno*
Donald
Trump, o megalomaníaco e fascista presidente dos Estados Unidos está com a
corda toda neste seu segundo mandato à frente da Casa Branca. Muito pior do que
Hitler, ele usou a sua Gestapo pessoal, a ICE, para perseguir e
matar imigrantes em seu país e de quebra, resolveu intervir em vários outros
países, um após o outro. Inicialmente continuou dando apoio incondicional a
Israel, o seu proposto no Oriente Médio, para aniquilar os palestinos na Faixa
de Gaza. Mais de 72 mil velhos, mulheres e crianças foram esmagados e
despedaçados pela máquina de guerra dos judeus e dos norte-americanos. Depois,
invadiu e bombardeou a Venezuela e prendeu seu presidente, Nicolás Maduro. Isso
depois de bombardear pequenos barcos de pesca que, segundo ele, estavam levando
drogas para os EUA. Quase 150 simples pescadores foram aniquilados.
A
seguir, incentivado e ajudado pelos israelenses, Trump resolveu atacar o Irã
mergulhando o Oriente Médio numa guerra sem precedentes. Só que seria, segundo
ele, uma guerra rápida. Mas já está fazendo quase um mês e pode ainda durar
muito mais tempo. E mesmo sem sequer ter atingido os seus objetivos declarados
na Pérsia, o maldito “Laranjão” já falou que vai invadir
Cuba e tomar o poder na ilha como já fez com a Venezuela. Certamente ele também
vai invadir e tomar a Groenlândia, como já prometeu antes. E certamente vai
sobrar também para o Brasil. Trump e a alta cúpula do governo estadunidense não
gostam de Lula nem da esquerda no Brasil. Além do mais, ele não gostou da
prisão de Jair Bolsonaro e dos golpistas do nosso 8 de janeiro. Por isso, é
quase certo que vamos sofrer uma invasão norte-americana com o apoio irrestrito
da “boiada”.
Porém,
mesmo fazendo parte do Brasil, o distante e atrasado Estado de Rondônia não
sofreria absolutamente nada com os ataques vindos da Terra do Tio Sam.
As terras de Rondon têm pouco mais de 1,5 milhão de habitantes e quase todos em
sua maioria são eleitores reacionários que militam, amam e votam na
extrema-direita e se dizem amigos do “Laranjão”. É crime,
mas em Rondônia muitos dos patriotas daqui ajudariam os invasores.
Por isso, os rondonienses podem e devem ficar bem tranquilos. Os Tomahawks não
nos atingiriam. Esses mísseis de última geração só matarão os esquerdistas, os petistas
e as pessoas progressistas. Trump ama os latinos, em especial os brasileiros de
direita e de extrema-direita. Ele não quer a Amazônia e nem as terras raras que
o Brasil tem. E não demorará para que todos os rondonienses recebam grátis o Green
Card dado pelos EUA.
Trump
jamais bombardeará Rondônia depois que souber que quase 80 por cento da
população deste rincão subdesenvolvido é da extrema-direita. Imaginem a alegria
do “Laranjão” ao saber que tem uma vereadora de Porto
Velho que propôs a eugenia social e a remoção de imigrantes pobres da capital
karipuna. Se brincar, Rondônia será declarada como o 51° Estado dos Estados
Unidos. Lá na América não existe atendimento público de saúde para o povão
pobre, assim como aqui também. A experiência do hospital “Built to
Suit” e do pedágio “Free Flow” vai encantar os
norte-americanos. “Nessa tal de Rondônia (Roubônia), nós vamos
ressuscitar o Percival Farquhar”, teria dito, sorrindo, o “Laranjão”.
Com Tomahawks explodindo em São Paulo, Rio de Janeiro e outras grandes cidades,
os EUA prenderiam o Lula, o Moraes e outros esquerdistas. Mas não atacariam um
lugar tão “abençoado” como esse. Será que eu escaparia
da fúria dos EUA?
*Foi Professor em Porto Velho.
quinta-feira, 19 de março de 2026
Guerra em nome do Satanás
Guerra
em nome do Satanás
Professor
Nazareno*
Estados
Unidos, Israel e Irã estão em guerra já há mais de três semanas! O primeiro é
um país majoritariamente cristão, o segundo é judeu
e o terceiro é uma república islâmica, portanto, muçulmano com
mais de 98 por cento de sua população seguindo a vertente xiita do Islamismo.
As três religiões abraâmicas, monoteístas, sempre estiveram guerreando. Ou
entre si, como agora, ou para matar os ímpios, ou seja, aqueles que não seguem a
sua crença. Em toda a História da Humanidade ninguém jamais ouviu falar em uma
guerra travada em nome do Satanás, mas quase todas elas travadas em nome de
Deus ou da religião. Dessa vez o componente religioso até existe, mas as
batalhas estão sendo travadas por causa do petróleo, abundante na antiga
Pérsia. Os Estados Unidos querem se apossar dessa commodity como já fez no
início do ano ao invadir a Venezuela.
O
maior problema começou em 1948, quase dois mil anos depois da segunda diáspora
do povo judeu. Após o Holocausto e a perseguição aos judeus por Hitler durante
a Segunda Guerra Mundial, a ONU criou o Estado judeu nas mesmas terras onde já
estavam habitando os palestinos. “Foi a terra prometida por Deus aos
descendentes de Abraão”, dizia-se. Ou seja, Deus prometeu essas
terras somente aos judeus deixando os cristãos e os palestinos, que já as
habitavam, de fora. Não deu outra: dia 14 de maio foi criado o Estado de Israel
e no dia seguinte os árabes declaram guerra ao novo país. De lá para cá, as
brigas e as confusões só aumentaram naquela região, em que antes conviviam em
paz os três grupos religiosos. Com a atual invasão do Irã por Israel e pelos
EUA, o Oriente Médio está em total convulsão. Paquistão e Afeganistão também
estão em guerra.
Os
Estados Unidos querem destruir o Irã para roubar todo o petróleo que os persas
produzem. Assim como já fizeram com a Venezuela. Já Israel, que incentivou essa
guerra, diz que os iranianos não podem ter uma bomba nuclear, mas eles, os
judeus, têm mais de 90 ogivas nucleares em seu arsenal. Ou seja, os Estados
Unidos, cristãos, bombardeiam e matam os muçulmanos
para ajudar os judeus. Essa matança toda não pode ser em nome
de Deus. Deve ser mesmo em nome de Satanás ou de outro cão. Uma escola
primária foi severamente bombardeada no Irã onde quase duas centenas de
crianças inocentes foram despedaçadas por um míssil Tomahawk dos
norte-americanos. Os muçulmanos disparam mísseis com bombas de fragmentação
tanto em Telavive quanto em Jerusalém, cidades de Israel, que bombardeia o sul
do Líbano e mata centenas de civis.
Israel,
pátria dos judeus, produziu uma carnificina na Faixa de Gaza onde
matou impiedosamente mais de 70 mil civis inocentes entre mulheres, velhos e
crianças. O mundo viu tudo e calou diante da barbárie. Um Holocausto
semelhante ao que aconteceu durante o regime nazista na Alemanha de Hitler. O
Irã, muçulmano, financia grupos armados para matar judeus e
cristãos como o Hamas na Palestina, os Houthis do Iêmen e o Hezbollah no Líbano. Já os
Estados Unidos cristãos atacaram a Venezuela, o Irã e já estão
ameaçando Cuba e a Groenlândia. E certamente deve sobrar também para o Brasil.
Muitos “patriotas” daqui estão clamando por uma intervenção
norte-americana em nosso país, mesmo que isso seja um crime proibido pela nossa
Constituição. É a vingança da “boiada” por ter perdido as
últimas eleições para o PT e as esquerdas. Deus vê tudo acontecer e não
toma providências ou será que tudo isso é combinado com o diabo?
*Foi Professor em Porto Velho.
segunda-feira, 16 de março de 2026
Crime previsto na Constituição Federal
CUIDADO: incitar, desejar publicamente ou atuar para provocar intervenção estrangeira no Brasil é considerado crime contra a soberania nacional, com base na Lei nº 14.197/2021. Negociar com grupos estrangeiros para invadir o país, ou pedir interferência externa, viola a Constituição, que garante a autodeterminação, sendo conduta punível.
domingo, 15 de março de 2026
Brasil, próxima vítima dos EUA
Brasil,
próxima vítima dos EUA
Professor
Nazareno*
A
China é um país comunista e hoje tem um PIB que rivaliza com o
dos Estados Unidos. Fala-se que a partir dos anos 2030/2035 os chineses vão
superar os americanos em produção de riquezas. Com uma economia planejada, mão
de obra farta, sem participar praticamente de nenhuma guerra há tempos e com
investimentos maciços em sua infraestrutura básica, os orientais estão
dominando o mundo e isso, claro, irrita muita gente mundo afora, como os
norte-americanos, por exemplo. Só que a China é uma potência nuclear desde 1964
com mísseis balísticos intercontinentais capazes de atingir qualquer parte do
mundo em questão de minutos. Pequim confirma que tem mais de 600 ogivas
nucleares e daqui a cinco ou dez anos passará de mil dessas armas mortíferas.
Donald Trump e o seu país, que está em franca decadência, têm muito medo dos
chineses.
Os imperialistas estadunidenses entendem que
precisam deter o progresso e o avanço dos comunistas, mas por serem muito covardes
e medrosos não os enfrentam diretamente. Aliás, os Estados Unidos
sempre tentaram medir forças com quem não as tem: Vietnã, Cuba, Venezuela,
Síria, Líbia, Iugoslávia, Coreia do Norte (antes de ter as bombas nucleares),
Panamá, República Dominicana. A China de hoje, aliada da Rússia e da Coreia do
Norte, é um páreo muito duro para os arrogantes e assassinos americanos. Por
isso, os Estados Unidos tentam, dessa forma, inviabilizar o progresso chinês
atacando os seus principais amigos e fornecedores. A Venezuela foi invadida e
bombardeada e teve o seu presidente preso. Agora, o país caribenho está
proibido de negociar com os chineses. Todo o petróleo e o gás venezuelanos têm
de ser negociados (roubados) só com os EUA.
O
Brasil tem como maior parceiro comercial justamente a China. E o nosso país
precisa colocar “as barbas de molho”. Trump vai arrumar uma
desculpazinha qualquer para travar a nossa relação comercial com os chineses. O
Irã foi invadido, bombardeado e teve o seu líder assassinado por que negocia e
fornece petróleo para o gigante asiático. Sem petróleo e sem outras
commodities, a China para de crescer. Desculpas esfarrapadas e mentirosas
sempre foram inventadas pelos malditos “yankees” só para
saquear e dominar os países mais fracos. O Iraque tinha armas de destruição em
massa, a Venezuela produzia drogas, o Irã tem bombas atômicas e por aí vai. E o
Brasil? Ora, o Brasil tem o crime organizado, que precisa ser considerado como uma
organização terrorista. Além do mais, o nosso país é governado pelo Lula,
um homem de esquerda e não alinhado a eles.
Isso
sem falar que metade da nossa população é da extrema-direita reacionária que se
considera norte-americana “da gema”. Não só presta
continência àquela bandeira estrangeira, como sempre teve e ainda tem o sonho
de morar ou mesmo de visitar aquele país surreal, habitado em sua maioria por ladrões,
genocidas, assassinos e viciados em drogas. Os Estados Unidos são o câncer do
mundo e hoje parece que são mandados pelos sionistas. Lula pode até ganhar as
próximas eleições daqui, mas não tomará posse. “O golpe de Estado de
verdade virá, com certeza, com uma vitória petista”. Os americanos
para defender os seus interesses matam a sua própria mãe. E o pior é que não
temos como nos defender. Nossas Forças Armadas não aguentariam meia hora de
combate com a “máquina de matar gente” daquele país
agressor. De qualquer maneira, os EUA vão nos invadir e dominar. Por isso,
derrotar a extrema-direita nas urnas já seria um bom caminho.
*Foi Professor em Porto
Velho.
sábado, 14 de março de 2026
O que é a Bíblia?
"Há milhares de anos, as lendas, mentiras,
besteiras, mitos e costumes primitivos de uma pequena tribo de nômades
semisselvagens foram reunidos e escritos em pergaminhos. Ao longo dos séculos
estes textos foram modificados, mutilados, truncados, floreados e divididos em
pequenos pedaços que foram então embaralhados várias vezes. Em seguida, este
material foi mal traduzido para várias línguas e vários povos o adotaram como a
expressão da verdade, a palavra de Deus definitiva e irretocável".
quarta-feira, 11 de março de 2026
Precisamos da bomba atômica
Precisamos
da bomba atômica
Professor
Nazareno*
O Brasil precisa
urgentemente de ter uma bomba atômica. Não! Não é para atacar ninguém e muito
menos para jogar em nenhum outro país, mas para impor mais respeito na
conjuntura política internacional e também para não ser tão rebaixado pelas
potências nucleares como, por exemplo, os Estados Unidos. Segundo muitos
especialistas, o nosso país possui a capacidade tecnológica, muito urânio e
conhecimento técnico suficiente para produzir uma bomba nuclear em um prazo até
relativamente curto se decidisse fazê-lo. No entanto, o desenvolvimento de armas nucleares é proibido pela nossa
Constituição (que limita o uso da energia nuclear só para fins pacíficos) e por
tratados internacionais assinados. O TNP, Tratado de Não Proliferação Nuclear,
em vigor desde 1970 impede a disseminação de armas nucleares no mundo e busca
também promover o desarmamento.
O engraçado e irônico é que esse
tratado só permitiu que apenas cinco países (EUA, Rússia, China, França e Reino
Unido) pudessem ter armas nucleares em seus arsenais. E não é à toa que esses
mesmos países formam o Conselho de Segurança da ONU, a fracassada Organização
das Nações Unidas. Só que depois desse tratado, mais quatro países já entraram
para o clube nuclear: Israel, Índia, Paquistão e Coreia do Norte. O Tratado sobre a Proibição de Armas Nucleares (TPAN),
adotado em 2017 e em vigor desde 2021, é o primeiro acordo internacional
juridicamente vinculativo que proíbe o desenvolvimento, teste, produção,
armazenamento, uso ou ameaça de uso de armas nucleares. Com o objetivo final de eliminação
total, o tratado foi impulsionado e assinado por mais de 80 países, Brasil
inclusive embora as potências nucleares não tenham aderido.
Com uma política externa
extremamente agressiva, Os Estados Unidos e a Rússia principalmente agridem
outros países do mundo a hora que querem. Quando a União Soviética se
desmantelou, a Ucrânia herdou vários foguetes balísticos com ogivas nucleares e
um outro tanto de bombas atômicas. Mas em troca da paz e da promessa de não ser
invadida no futuro, entregou “de mãos beijadas” tudo para a
Rússia. Não deu outra: foi invadida pelos russos e hoje está perdendo
territórios numa velocidade avassaladora. Se tivesse essas armas, duvido que o
facínora do Vladimir Putin tivesse invadido o vizinho. Com a bomba atômica em
mãos, a Índia peitou a China e assustou o vizinho e arqui-inimigo Paquistão. Os
paquistaneses produziram a sua bomba e brecaram as ações belicosas dos
indianos. E se a Venezuela tivesse também a sua bomba atômica?
Duvido que o covarde Donald Trump
tivesse tido coragem de atacar o país sul-americano. O Irã já devia ter
produzido suas armas nucleares há tempos. Nem os sionistas israelenses nem os
assassinos norte-americanos teriam atacado e nem quereriam briga com os
aiatolás. Por que Israel pode ter armas nucleares e os iranianos não? Se outro
país do Oriente Médio tivesse um bom arsenal nuclear, os judeus estavam “pianinho”
e não teriam assassinado de forma covarde e infame mais de 70 mil mulheres,
velhos e crianças na Faixa de Gaza. Por que as potências ocidentais não atacam
a Coreia do Norte? Têm medo de quê? Os mísseis balísticos intercontinentais e
as mais de 90 ogivas nucleares de Kim Jong-un não estão para brincadeiras. O
Brasil tinha que ter uma bomba, sim! Com ela, jamais nos curvaríamos
para ninguém no cenário internacional. Os taludos norte-americanos não
interviriam na nossa política e nos respeitariam. Mas cadê Lula e o PT?
*Foi Professor em Porto Velho.
domingo, 8 de março de 2026
O verdadeiro “Eixo do Mal”
O
verdadeiro “Eixo do Mal”
Professor
Nazareno*
O
ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, quando em 2003 queria invadir
o Iraque de Saddam Hussein para roubar o petróleo daquele país do Oriente
Médio, disse cinicamente que o Iraque, o Irã e a Coreia do
Norte faziam parte de uma espécie de eixo do mal e que por isso os EUA
deviam invadir militarmente aquele país para acabar com todas as “armas
de destruição em massa” em poder do ditador iraquiano. Tudo era mentira,
tudo era invenção, tudo era desculpa esfarrapada dos norte-americanos só para poderem
saquear as riquezas do país invadido. Entre 10 e 15 mil iraquianos foram
assassinados naquela guerra baseada em uma mentira e o ditador do Iraque foi deposto
e depois enforcado. Esse foi o saldo trágico de mais uma guerra patrocinada
pela maior potência imperialista da atualidade. Os Estados Unidos vivem de
guerras há muito tempo.
Hoje, o
ultradireitista Donald Trump, o fascista e vil presidente da vez nos Estados
Unidos, usa as mesmas táticas mentirosas e nazistas para continuar roubando e
saqueando outros países soberanos. Junto com o Estado sionista de Israel, os
Estados Unidos e os sionistas declararam de forma unilateral e covarde a
invasão do Irã. O país persa foi acusado, como de costume, de estar “muito
perto” de ter uma arma nuclear. Os invasores já mataram o líder iraniano
Ali Khamenei e estão bombardeando impiedosamente a Pérsia matando até agora
milhares de inocentes. Assim como Israel fez na Faixa de Gaza, quando
assassinou de forma covarde, com a ajuda norte-americana, mais de 70 mil
palestinos entre mulheres, velhos e crianças principalmente. Por conta do Holocausto
na Palestina, Netanyahu tem mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal
Internacional.
Fala-se que foi o próprio Benjamim
Netanyahu que convenceu o estúpido Donald Trump a atacar o Irã. Netanyahu teria
Trump nas mãos, pois o israelense tem um dossiê completo da participação de
Trump num caso de pedofilia, do escândalo Jeffrey Epstein, que está sacudindo
os meios políticos e empresariais lá na América. Ou seja, um pode ser pedófilo,
enquanto o outro é um genocida procurado no mundo inteiro. Deve
faltar pouco para ambos serem presos. Assim como Hitler, o atual presidente dos
Estados Unidos precisa ser parado senão pode levar o mundo a uma Terceira
Guerra Mundial. Mas talvez isso não aconteça porque os americanos são na sua
grande maioria um povo covarde e muito medroso. Por que Trump não ataca a
Coreia do Norte, a China ou a Rússia? De que o “Laranjão”
estúpido e arrogante tem tanto medo? Atacar Venezuela, Cuba e Irã é fácil!
Imperialistas, invasores, golpistas,
assassinos, mentirosos, viciados em drogas, saqueadores, terroristas,
genocidas, ladrões, os Estados Unidos da América sempre foram a pior ameaça à
paz mundial, e agora, sob o comando de ensandecido Donald Trump mostram ao
mundo a sua verdadeira face do mal. Os EUA sempre viveram de guerras e de
exploração das riquezas de outras nações. A sua poderosa indústria bélica
precisa de uma guerra todo ano. As próximas vítimas: Groenlândia e Cuba. O
verdadeiro “Eixo do Mal” sempre existiu no mundo e hoje é formado
pelos Estados Unidos, pelo Estado sionista de Israel,
pela Rússia de Vladimir Putin, que invadiu também de forma
covarde e vil a Ucrânia, e também por todos os países que têm governos de
direita e de extrema-direita reacionárias e que apoiam direta ou indiretamente
essas guerras desnecessárias e estúpidas. O 11 de setembro, por exemplo, foi
só uma consequência dessa política infame.
*Foi Professor em Porto Velho.
domingo, 1 de março de 2026
EUA podem atacar Rondônia?
EUA
podem atacar Rondônia?
Professor
Nazareno*
O
presidente fascista dos Estados Unidos, Donald Trump, é hoje a palmatória
do mundo. Como um Hitler ensandecido nesse seu segundo mandato à frente
da Casa Branca, o “Laranjão” criou tarifas comerciais para o
mundo inteiro, colocou o ICE, a sua Gestapo particular, para perseguir os
imigrantes dentro do seu próprio país, incentivou Israel, o seu eterno preposto
sionista do Oriente Médio, a massacrar e assassinar velhos, mulheres e crianças
palestinas em Gaza, invadiu a Venezuela, prendeu o presidente-ditador Nicolás
Maduro, e agora junto com o mesmo Israel, bombardearam covardemente o Irã e assassinaram
seu líder máximo, o Aiatolá Ali Khamenei. Parece que nada nem ninguém consegue
parar essas ambições imperialistas. Como na época do nazismo, o mundo está com
medo do que pode acontecer. E Rondônia pode ser a próxima vítima.
Se
Trump soubesse metade do que se passa na capital Porto Velho, já teria tomado
umas providências. “Como pode uma cidade tão imunda, fedorenta e suja ter um
prefeito com uma aprovação até superior a 94 por cento?”, teria perguntado
ele, perplexo e incrédulo. Exigente como é, o “Laranjão” deve ter
ficado intrigado como pode quase uma população inteira viver sem água tratada
em suas residências. “Uma cidade como essa tem que ser bombardeada
impiedosamente para começar tudo do zero, pois não tem esgotos nem saneamento
básico e boa parte da população local mata sua sede com água de bosta”,
teria reclamado o homem mais poderoso do mundo. Ele reclamou que Porto Velho
não tem sequer um hospital de pronto-socorro e que as autoridades locais nunca tentaram
fazer um. “É que eles ficam enrolando em todas as eleições e não fazem
nada”.
Os
atentos assessores de Trump disseram a ele que a BR-364 foi privatizada no
estado, mas não foi ainda duplicada, não foi restaurada e ainda assim cobra-se um
dos pedágios mais caros do Brasil. O “Laranjão” ficou furioso com
isso. “Vamos bombardear esta merda de lugar!”, disse já irritado. Falaram
a ele também que a energia elétrica que se paga em Rondônia é um absurdo de tão
cara, apesar das várias hidrelétricas que há na região. “Excelência, o
senhor viu as condições do porto do Cai N’água?”, perguntaram-lhe os
seus puxa-sacos. “O povo desse lugar come essas aves pretas?”,
perguntou. Claro que o presidente dos Estados Unidos não entendeu por que o
atual governador daqui não vai concorrer às próximas eleições. “Ainda
bem, pois assim ele não terá o mesmo destino de Maduro e do Khamenei”,
argumentou o “Laranjão”. Trump é amigo de bolsonaristas!
Donald Trump
bombardeou a Venezuela e o Irã por que esses dois países têm as maiores
reservas de petróleo do mundo. Os americanos vão roubar tudo dali
depois dos ataques. Após destroçar esses países soberanos, sem levar em conta a
lei e o direito internacionais, os Estados Unidos poderiam bombardear Rondônia
e a sua fedorenta capital Porto Velho, por causa das coisas estranhas que
sempre andaram acontecendo por aqui. Só que o pouco que a terra karipuna tinha,
já doou tudo aos forâneos. Aqui os EUA só teriam prejuízo e nada mais. As armas
de destruição são muito caras e ainda tem a Rússia, a China e a Coreia do Norte
para serem invadidas. O escritor Eduardo Galeano disse que toda vez que os EUA
“salvam” um povo, deixam um manicômio ou um cemitério como herança. Em
Rondônia isso não seria possível: pois se já não somos um cemitério, somos um
manicômio há muito tempo. Quem tem medo de bombas fascistas?
*Foi Professor em Porto
Velho.



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